terça-feira, 13 de dezembro de 2011



Hoje tiramos as fotos para a nossa formatura (que só acontece em fevereiro), e como vocês nos "ajudaram" e foram fundamentais nessa conquista, aí vai uma mostrinha do que aconteceu...

Mais uma vez, queríamos agradecer por todo o carinho de vocês e também pelos poemas e textos! Muitíssimo obrigada!!!


Beijos!


Sheyla e Mirella

Para os nossos professores...

Edson Silva, o professor
De história, o mesmo que
Não queremos que vá embora!
Marlon, o professor de Francês,
Canta a mesma música toda vez!
E Bia, nossa supervisora,
É um exemplo de professora.
Soênia é de geografia,
Com seus relevos e Hidrografia!
Lêdjane, a professora de música,
Nos ensinou a fazer o “FÁ” que tem mensagem
Mensagem subliminar
Com Gustavo de informática,
Tivemos aulas sobre Interface Gráfica.
Com Marcelo de Educação Física,
Aprendemos a empinar pipa!
 E com Lúcia sempre sorrindo,
Tivemos aulas de área de perímetro
Com Sandra de ciências, fizemos no
Laboratório algumas experiências.
Nas aulas de teatro, com Marcus e
Samuel,fizemos peças com os
Elementos água, terra e céu.
E as aulas de português com
Edigilson, Sheyla e Mirella?
Fizemos várias peças e até
Cantamos Aquarela!
Com a professora Fernanda,
Falamos de amizade, amor e
Solidariedade.

( Jéssica Souza)
Aos queridos professores, desejamos boas festas e boas férias. Nos encontramos no ano que vem, seja em sala de aula ou não... Beijos e agradecimentos dos alunos do 6º ano A.



Vocês tem um dom,

Um dom especial,

Um dom que ninguém tem

Que além da paciência exercem como ninguém.

O dom de ser vocês,

O dom de ser como são,

Adoradas, inteligentes e cheias de amor.

De carinho para dar

Com corações ainda para roubar

Com amigos para descobrir

Com felicidades ainda a surgir.

De nossa parte eu prometo

Vocês ficarão

No nosso coração

No coração de crianças

Que tem uma felicidade

Radiante nos olhos

A mesma que aumenta

Com a vista tão esperada

D’aquelas tão adoradas.

Que em seus corações

Fiquemos também

E que com essa mesma alegria

Voltemos a nos ver

Com essa mesma alegria

Voltemos a fazer

Aquela algazarra

Aquele barulho

O que nos coloca um sorriso nos lábios

E que faz nossos olhos brilharem.

Desejamos também

A vocês tão novinhas

Aquilo que hoje disseram

Aquilo que emocionou

Corações tão ingênuos

Vidinhas tão curtas

Que ainda vão lhes dar

A felicidade de nos ver assim como vocês

Todos de preto

Só esperando o momento da foto tão desejada

Que ficará conosco

Ao lado d’aquela

Que foi tirada no dia

Da despedida tão singela.

Um abraço apertado

Sheyla e Mirella.

Isabela Furtado – 13/12/2011

Um adeus nunca será para sempre, 
Um tchau também pode não ser tempo pequeno, 
por isso ganhamos surpresas ou presentes 
que guardamos por muito tempo. 


Boas Festas!
em especial para todos aqueles grandes professores, que para nós vieram como um presente que nunca será esquecido!


segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

AS AULAS DE HISTÓRIA MAIS DIVERTIDAS









 Edson, sinceramente, sentiremos muito a sua falta e aguardaremos ansiosamente a chegada do ano de 2013 e a SUA CHEGADA! Queremos, com esta postagem, te agradecer pelas aulas de história mais divertidas do mundo, pelas risadas nas suas aulas, por tudo! Com certeza, você é um professor daqueles que as pessoas nunca esquecem... É só isso, esperamos ter você como professor novamente, foi ótimo! 



 Abraços dos seus alunos do 6º ano A


Para Sheyla e Mirella...

Para Sheyla


Chegou assim, rapidinho,
E conquistou essa turma de doidinhos!
Chegou aqui, no Aplicação, e virou
A professora número 1 da multidão
Chegou aqui, nessa sala, e fez com que
Adorássemos suas aulas!
Chegou aqui, e vai embora
Vai deixar saudades
Mas acredite, nada do
Que está escrito é da boca
Pra fora!

( Jéssica Souza)


Para Mirella 
 
É estranho chamar
“Professora Mirella”,
Aquela que ficava lá,
Sempre na dela....
Falava baixinho, mas
Dava aula diretinho.
Quando Sheyla dava aula,
Sempre fazia plaquinhas,
E ficava caladinha. Mas
Agora, ela vai embora.
Sentiremos saudades,
Beijos e abraços do 6º A,
Com sinceridade.

( Jéssica Souza) 



Sheyla e Mirella, queremos agradecer de verdade por tudo. Pela dedicação, pela animação... Temos certeza que os seus futuros alunos vão gostar muito de vocês, assim como nós. Queríamos deixar bem claro que as aulas não serviram de experiência só pra vocês, mas serviu também para nós, vocês foram as estagiárias que ficaram conosco por mais tempo.Infelizmente o nosso tempo está chegando ao fim... Por favor, apareçam sempre por lá. Continuem visitando o blog. Bom, o texto ficou ruim, mas deu para expressar o nosso agradecimento (:


Por Jéssica Souza e Gabriel Coelho...


domingo, 11 de dezembro de 2011

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
CENTRO DE EDUCAÇÃO
COLÉGIO DE APLICAÇÃO










Matheus Magno Rigaard Agostinho







SER IGUAL AOS OUTROS?
PREFIRO SER EU MESMO!
















RECIFE
12/2011

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
CENTRO DE EDUCAÇÃO
COLÉGIO DE APLICAÇÃO








Matheus Magno Rigaard Agostinho






SER IGUAL AOS OUTROS?
PREFIRO SER EU MESMO!



Atividade apresentada como exigência parcial da II unidade para aprendizagem na disciplina de Língua Portuguesa do 6º ano “A” do Ensino Fundamental II.




ORIENTADOR: PROF.º EDIGILSON FERREIRA DE ALBUQUERQUE






RECIFE
12/2011

 

FICHA TÉCNICA

Título Original: A Terra dos Meninos Pelados

Gênero: Infanto-juvenil

País de Origem: Brasil

Páginas: 79

Ano Lançamento: 1939

Autor: Graciliano Ramos


SINOPSE

A Terra dos Meninos Pelados conta a história de um menino chamado Raimundo que tinha um olho preto e outro azul e era careca por esse motivo todos os meninos não falavam com ele, por isso Raimundo começou a imaginar um mundo onde todos eram carecas e tinham um olho preto e outro azul.


AUTOR

Graciliano Ramos viveu os primeiros anos em diversas cidades do Nordeste brasileiro. Terminando o segundo grau em Maceió, seguiu para o Rio de Janeiro, onde passou um tempo trabalhando como jornalista. Voltou para o Nordeste em setembro de 1915, fixando-se junto ao pai, que era comerciante em Palmeira dos Índios, Alagoas. Neste mesmo ano casou-se com Maria Augusta de Barros, que morreu em 1920, deixando-lhe quatro filhos.
Foi eleito prefeito de Palmeira dos Índios em 1927, tomando posse no ano seguinte. Ficou no cargo por dois anos, renunciando a 10 de abril de 1930 e em 1939 publicou A Terra dos Meninos Pelados.


OUTRAS OBRAS

·                    Caetés (1933) (ganhador do prêmio Brasil de literatura);
·                    Vidas Secas (1938);
·                    A Terra dos Meninos Pelados (1939);
·                    Histórias de Alexandre (1944);
·                    Infância (1945);
·                    Histórias Incompletas (1946);
·                    Memórias do Cárcere, póstuma (1953);
·                    Alexandre e Outros Heróis, póstuma (1962);
·                    O Estribo de Prata, póstuma (1984);

Ser igual aos outros?
Prefiro ser eu mesmo!

A história inicia quando Raimundo incomodado com alguns garotos, sai do local que estava e volta pra casa, Raimundo ao entrar em casa e atravessar o morro do seu quintal, começou a ver coisas diferentes, coisas que ele nunca viu, porém, imaginou quando estava sozinho. Morros ficando planos para ajudá-lo a passar até que percebe que está em Tatipirum o mundo que ele tanto imaginava.
Logo de cara ele encontra um carro que em vez de atropelá-lo o pulou e ainda disse que as coisas em Tatipirum são gentis e gostam de ajudar os outros, no caminho ainda encontrou uma laranjeira que com muita educação ofereceu-lhe uma laranja.
Ao andar um pouco um pouco mais ele viu os meninos pelados todos carecas e com um olho preto e outro azul, Raimundo meio encabulado não quis falar com os garotos, porém um deles o chamou para conversar, começaram a falar sobre Caralâmpia uma menina pelada que virou princesa por ter jeito de princesa, nessa conversa começaram a brincar com Raimundo por não conhecer a princesa ele ficou chateado, mas depois fizeram as pazes com o grupo que resolve procurar Caralâmpia.
Após algum tempo a princesa é encontrada e um novo objetivo é firmado, levar Raimundo de volta para casa, depois de algumas aventuras ele volta para casa levando consigo varias lembranças felizes.
O livro tem uma história que evidentemente não se desgasta por tratar da descriminação, que infelizmente, não some do cotidiano.
Ponto forte da narrativa talvez seja o seu próprio ponto fraco, pois o texto se dispõe de um enredo tão simples que em determinados momentos fica difícil entender alguns trechos, mas nada que atrapalhe a leitura suave que se desenrola sem muitas surpresas ao decorrer da história.
A Terra Dos Meninos Pelados é um bom livro sem muitas surpresas e tudo mais, porém dentro de si ele carrega uma das mensagens mas escutadas atualmente: a tolerância e o respeito, tudo isso sem usar de receitas clichês, como a do garoto que sofre com os meninos da rua e por isso faz um plano mirabolante pra se vingar, a abordagem é bem mais suave e com muito mais resultados.
Esta não é uma obra a ser apenas lida, é uma obra a ser lida e refletida pois todos dizem que não possuem preconceitos, porém nunca antes de dizer isso procuram fazer uma retrospectiva e quando digo isto não me refiro só aos outros, me refiro a mim a você leitor e toda e qualquer pessoa.

Minha autobiografia...

Nasci no dia 22 de novembro de 1999 no hospital Santa Joana em Recife.Foi uma manhã muito marcante para minha família:o nascimento de uma filha tanto especial e inigualável como eu.Sou filha de José Walter de Freitas Melo e Adriana Marques Diniz.

Até os dois anos de idade, morei no bairro da Madalena no Edf. Rio Negro.posteriormente me mudei para um apartamento maior em Parnamirim .

Aos meus dois anos, comecei a estudar na escola Ludi Magister,localizada no bairro do Poço da Panela,porém não me adaptei e no meio do ano letivo minha mãe me transferiu para a Escola Exponente,que era bem em frente ao prédio que eu morava.Essa fase da minha vida foi muito legal!Muitas pessoas da minha classe moravam no mesmo edifício. Minha primeira grande amiga foi minha vizinha Débora(também chamada de “loira”) .

Com quatro anos, mudei para Boa Viagem, no EDF. Milllennium onde moro até hoje.Infelizmente não tive mais tanto contato com Débora e fiz uma nova melhor amiga, Prisylla,também minha vizinha.Estudei no Colégio Santa Maria e em 2010 comecei a fazer um curso preparatório exclusivamente para o Colégio de Aplicação.Foi um período muito cansativo, pois meu colégio era muito exigente e eu ainda fazia inglês e ballet.Tive que abandonar o ballet no segundo semestre pela primeira vez,já que fazia desde pequena.

Não sabia que todo esse esforço iria valer tanto a pena, às duas horas e trinta minutos do dia 16 de janeiro, recebi um telefonema da mãe da minha amiga Lara (atualmente, aluna do sexto ano “B”) parabenizando a minha entrada no Aplicação, já que eu estava em Salvador.
Deixei o Santa Maria com 11 anos, foi muito difícil esquecer um colégio tão marcante para mim, mas ainda continuei com minhas amizades e fiz mais ao entrar no novo colégio, onde tive boa adaptação e conclui que é o melhor colégio que eu já estudei.

Desde os nove anos decidi que queria ser juíza federal pelo incentivo dos meus pais. Mas, nesse ano, tomei a decisão que adorava línguas e queria ser diplomata. Admiro e sempre vou admirar essa profissão e acredito que o que eu espero para vida continue acontecendo do jeitinho programado.

Gabriela Melo

Por que eu não leio mais livros como esse?

Graciliano Ramos de Oliveira nasceu em 27 de outubro de 1892, em Quebrângulo, Alagoas. Criado na Fazenda Pintadinho, no sertão de Pernambuco, aos sete anos de idade ingressou no internato Alagoano, em Viçosa, e ali publicou sua primeira obra: o conto "Pequeno pedinte", no jornalzinho “O Dilúculo”. Depois de muito esforço e construção de muitos livros (até na cadeia) escreveu no final da década de 30, “A terra dos meninos pelados”, obra escrita exclusivamente para crianças, que recebeu o Prêmio de Literatura Infantil, concedido pelo Ministério da Educação, em 1937.

Depois de muito sucesso com livros voltados para o público adulto, Graciliano nos surpreendeu com essa obra que ele quis fazer mais diferente, mais infantil. Fez-me pensar se ele escreveu esse livro para alguma criança amiga que passava por um problema semelhante ao que tratava no livro.

Como a animação “For the birds”, já resenhada, eu continuo afirmando que ser diferente é interessante, e que se procurarmos nas horas mais difíceis, encontraremos alguém parecido conosco, com as características que mais nos rebaixam.

O que mais chamou minha atenção foi que o texto é mais diálogo entre os personagens e a história ainda fica incrível!Só gostaria de saber mais como a Caralâmpia reapareceu, mas em geral, a história é maravilhosa!

O texto se resume em um menino que é mal tratado pelas crianças de sua cidade por ser diferente: ter um olho preto, outro azul e ser careca. Um dia, num momento de tristeza pelos xingamentos que ouvia, “viajou” para um mundo onde todos tinham um olho preto e outro azul, mas tinham outras características para serem diferentes um dos outros. Afinal, como seria o mundo de todo mundo igual?

Ele faz amizade com as melhores pessoas que já conheceu e, agora tem certeza da resposta da pergunta: o mundo seria muito chato se todos fossem iguais. Ser diferente é um barato! Lamentando, ele precisa voltar para sua cidade, dando adeus àquele maravilhoso lugar. Mas prometendo que voltaria com as respostas das perguntas que surgiram e que nunca se esqueceria de lá.

Demonstra uma orientação que será seguida ao longo da vida: respeitar as diferenças; eu indicaria às escolas para uma atividade como a produção de uma resenha ou encenação nas aulas de teatro, por exemplo.

Eu recomendo não só a pessoas se sofrem desse tipo de problema, não só as pessoas que executam esses xingamentos, eu recomendo aos adultos, crianças, adolescentes e idosos, porque não é só um livro que trata de desrespeito, é uma literatura que quando você lê, te faz pensar: Por que eu não leio mais livros como esse?

Gabriela Melo

Na medida do possível, divertida!

Minha entrevista foi feita com a bordadeira Fernanda S. de Lima. Com 31 anos de idade e dois filhos, trabalha na Vert et Rouge. Veremos agora a entrevista com ela:

1. Como foi a sua infância?Comente.

Na medida do possível foi divertida. Gostava muito de brincar de boneca, corda, esconde-esconde entre outras coisas.

2. Como era sua relação com seus pais?Comente.

Meu pai era mais tranqüilo, ele relevava tudo e minha mãe era mais severa e intolerante. Mais eram bons pais.

3. Tinha irmãos? Tinha-se, quantos e como se relacionava com eles?

Sim. Dois irmãos, ambos mais velhos que eu. Com o mais velho não tinha brigas ele era na dele, já com o encostado ao mais velho sempre tinha brigas.

4. Gostava muito da escola?

Sim. Só teve uma escola que não gostei.

5. Quais os professores que você lembra que marcou sua infância?

Carminha. Ela era uma peste, mas era uma boa professora.

6. Nesta época já pensava em que careira iria seguir?Se sim, qual era ela?

Sim. Aeromoça.

7. Gostava mais de brincar com seus colegas ou seus familiares? Qual o nome de sua melhor amiga?

Colegas. Tayana.

8. Qual era a sua brincadeira preferida?

Brincar de boneca.

9. Você perturbava muito seus pais quando criança?

De vez em quando.

10. Qual é sua opinião sobre esta definição de criança: “Ser humana da idade da infância e que não tem muita maturidade”?

Que é formal de mais.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Resenha do livro:

“A Terra dos meninos pelados”

Gênero: Literatura infantojuvanil.

Editora: Record.

Autor: Graciliano Ramos.

Ilustrador: Roger Mello.

Projeto gráfico: Roger Mello.

Ano de criação: 1965.

Nº de Páginas: 49 páginas.

Nº de edição: 41ª edição.

Entrando num “Mundo Melhor”

Adore o livro, pois ele é muito interessante, divertido, emocionante, mostra-nos que o preconceito pode fazer algumas pessoas sofrerem muito e faz agente refletir muito sobre este assunto então recomendo ele para todas as idades.

Havia um menino diferente dos outros: tinha o olho direito preto, o esquerdo azul e a cabeça pelada e quando ele passava os meninos gritavam:

- Ó pelado!

Tanto gritavam que ele se acostumou com o apelido. Era de bom gênio, mas os garotos da rua fugiam ao vê-lo. Não tendo com quem conversar Raimundo fala sozinho e desenhava na calçada coisas maravilhosas sobre o mundo de Tatipirun, onde não tem cabelo e os olhos são pretos e azuis.

Um dia quando estava preparando a serra de Taquaritu e o Rio de Sete Cabeças os meninos começaram a caçoar dele então ele entrou em casa atravessou o quintal e ganhou o morro. Então ele notou que Tatipurun ficava ali perto de casa, pois começou a ver coisas que só existia em Tatipurun.

Quando chegou em Tatipurun conheceu um automóvel diferente dos outros e uma laranjeira que não tinha espinhos e ela lhe deu uma laranja e disse a onde ele poderia encontrar os meninos pelados. Então ele seguiu e achou os meninos pelados à beira do rio das Sete Cabeças uns muito diferentes dos outros, mas todos calvos e com um olho preto e o outro azul.

Ele ficou rondando por ali, sentou-se numa pedra e veio um menino para falar com ele. Conversaram muito e então o menino perguntou se ele conhecia Caralâmpia ele perguntou se ela era uma laranjeira ele disse que ela era uma menina e começaram a disser que ele era bobo ele pensou que estavam caçoando dele então ele fugiu.

Ele encontrou um tronco e ema aranha que lhe deu uma túnica azul. Daí os meninos pelados chegaram procurando ele disseram que ela avia sumido a algum tempo, então, resolveram procurar por ela.

Depois de procurarem muito acharam a princesa Caralâmpia, os dois se conheceram e então ela e os outros meninos pelados começaram a apresentar Tatipurun a Raimundo. Depois ela contou onde ela ficou no tempo em que ficou desaparecida.

Depois de tudo ele despediu-se de todos e voltou para casa e voltou a viver sua vida de novo.

A minha vida

Eu nasci em 22 de outubro de 1999 no Hospital Português. Sou filho de Jair Januário da Silva e de Adeíza Sandra Dantas de Farias. Eu comecei a estudar em um colégio que eu não me lembro o nome, mas me lembro que ele tem uma farda vermelha e branca. Meu segundo colégio foi o Conhecer, porque tive que me mudar para a Iputinga, quando antes morava no Derby. Por conta de outra mudança de casa tive que estudar no colégio Pinheiros, na Imbiribeira, quando tinha10 anos.

Quando estava saindo do meu colégio para casa, uma mãe de um amigo meu me entregou um panfleto do Curso Vencer, que era um curso preparatório para o Aplicação, Colégio Militar e Escola do Recife. Resolvi fazer o curso e depois de muito estudo e tensão na hora da prova, consegui passar em oitavo lugar no Aplicação. Foi uma grande conquista para mim, pois é um dos melhores colégios do Brasil.

Minha infância foi muito feliz e normal e principalmente: muito engraçada. Também tive muito apoio dos meus pais e hoje vivo muito bem.

Vinícius Dantas Januário

Resenha do livro: A Terra dos Meninos Pelados

Graciliano Ramos de Oliveira nasceu em 27 de outubro de 1892, em Quebrângulo, Alagoas. Além de “A Terra dos Meninos Pelados” ele também escreveu: Caetés, São Bernardo, Angústia e Vidas secas (todos os quatro romances).

O livro tem 23 capítulos bem pequenos e não chegam a passar de uma página, também é muito pequeno e dá para ler em um dia.

O livro começa falando sobre um menino chamado Raimundo que tinha um olho preto e o outro azul e a sua cabeça era pelada e os outros meninos que caçoavam dele chamando-o de pelado.

Certo de ele estava desenhando a serra de Taquaritu e o rio das Sete Cabeças (lugares imaginários que ele criou), então quando Raimundo levantou-se, entrou em casa, atravessou o quintal e começaram a surgir coisas da terra de Tatipirun (lugar imaginário que ele criou). Nessa terra, todos tinham um olho preto e o outro azul: os automóveis as aranhas etc. Raimundo encontrou os meninos pelados que eram os que viviam nessa terra, mas, primeiramente pensou que seria caçoado como os meninos que moravam perto dele, mas, conseguiu se entender com eles. Depois foram procurar a princesa Caralâmpia, pois ela estava desaparecida e depois de varias aventuras conseguiram acha-lá e então Raimundo se despediu e voltou para sua casa.

O livro tem uma história muito boa, eu particularmente gostei muito, o chato é que ele é muito curto e acaba meio que você querendo ainda muito mais, mas isso não é nada relevante e que possa tirar o fato de que o livro é muito bom. Ele ainda fala um pouco sobre o preconceito e as diferenças entre as pessoas, recomendadíssimo para você tê-lo na sua estante de livros.

Vinícius Dantas Januário

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A terra dos meninos pelados

A terra dos meninos pelados de Graciliano Ramos,aborda à história de Raimundo, alvo das gozações dos colegas por ter um olho azul, outro preto e ser careca. Conformado, achou o apelido certo, deu para se assinar a carvão, nas paredes: Dr. Raimundo pelos muros.Fechou os olhos e acaba resolvendo ir, certa hora, para a terra de Tatipirun,um fruto de sua imaginação, onde "todos os caminhos são certos" e se aplainam para ele passar.
Em Tatipirun onde discos giravam, soltos no ar, as cigarras não descansavam e havia em toda a parte músicas estranhas, aranhas vermelhas balançavam-se em teias que se estendiam entre os galhos.Embora os meninos são todos carecas, têm um olho preto e outro azul,lá ele observa que mesmo todos “iguais”,havia dois meninos que se queixavam um porque tem sardas e o outro é anão.
La eles resolveram partir em busca da Caralâmpia,uma menina que virou princesa,durante o caminho ,enquanto conversava com o sardento e o anão,Raimundo percebeu que se todos fossem iguais,a vida seria muito chata.Alem da Caralâmpia ,e dos dois meninos "diferentes" Raimundo também conheceu o Fringo,a Sira,a Talima etc.Depois de passar varias situações,na hora de ir embora,Raimundo não guardava mais rancor dos outros meninos,ate disse que iria ensinar o caminho de Tatipirum aos seus colegas"Vou ensinar o caminho aos outros, falarei em tudo isto, na serra de Taquaritu, no rio
das Sete Cabeças, nas laranjeiras, nos troncos, nas rãs[...]"
Uma linda historia,com uma linda lição,que deve ser aceita por todos,se todos somos diferentes um do outro, nem que seja por um pequeno detalhe.Por que ainda existe preconceito?

Minha Autobiografia

Meu nome é Lucas Vinícius Silveira de Lima. Nasci no dia 30/09/1999, no Hospital da Aeronáutica. Fui um bebe muito complicado, pois tinha vez que eu dormia a noite toda e outras vezes não, eu era imprevisível. Ate para comer tinha vez que eu queria mamar e outras não por isso minha mãe teve que me dar outro tipo de leite e com isto tive problemas de barriga todo final de tarde eu chorava que a rua de canto a canto escutava meu choro e vinham falar com minha mãe.

Quando comecei a engatinhar eu subia na grade do terraço e mordia meu irmão, todo mundo que me via já dizia a minha mãe “Este menino e virado, a cara dele já mostra”.Quando tinha 3 anos entrei na escola, e lá fiz ais minhas primeiras amizades. Sempre me mantive bem nos estudos. Sempre briguei demais com meu irmão,

Morei em Rio Doce ate Fevereiro de 2007 aonde tive muitas amizades. Quando me mudei não quis ir mas fui obrigado. Mas, acabou que eu adorei meu novo lar, fiz muitas novas amizades e aprendi muito.Daí 3 anos depois fiz a prova para entrar no Colégio de Aplicação da UFPE, e passei. Fiquei muito feliz quando recebi aquela noticia.

No Colégio de Aplicação e tudo muito novo para mim, mas estou conseguindo me adaptar as mudanças pois estou me divertindo muito e conheci muitos amigos novos.

Raimundo: um garoto diferente

A terra dos meninos pelados


A terra dos meninos pelados é um livro escrito por Graciliano Ramos, publicado pela Editora Record em 1995, tem origem Nacional com 79 páginas.


Uma história de um menino diferente de todos os outros, com cada olho de uma cor, o direito preto e o esquerdo azul e sua cabeça pelada, e por isso sofria muito preconceito pelos vizinhos. Em consequência, ganhou um apelido de Dr. Raimundo Pelado. Esse garoto falava sozinho e desenha na calçada, todos achavam que ele era maluco, mas ele desenhava coisas espetáculares do país de Tatipirum, um lugar maravilhoso, onde ninguem adoeçe nem envelheçe. Raimundo entrou nesse país simplesmente atravessando o seu quintal e fechanado os olhos. Lá, primeiramente encontrou um carro e uma laranjeira, com o mesmo aspécto dele, com um olho azul e outro preto. Depois Raimundo caminhou adiante e encontrou vários meninos com túnicas feitas de teia de aranha. Quase todos eram iguais a Raimundo, menos dois garotos: um sardento e um anão, que se sentiam exatamente o que Raimundo sentia em Cambacará, a desigualdade. Os meninos partem em busca da princesa Caralâmpia, que na verdade só tinha jeito de princesa e usava cobras enroladas nos braços e um vagalume pendurado no pescoço. O motivo dessa busca foi simplesmente a vontade dos garotos apresentarem raimundo à princesa. Pelo caminho, depois de algumas conversas com os garotos diferentes, ele descobriu que se todos fossem iguais a vida seria enjoada. Raimundo depois de toda essas descobertas, resolveu voltar a sua cidade, pois tinha que estudar Geografia para o dever, se despedindo de todos, com muitas lições de vida e agradecimentos aos seus novos amigos de Tatipirum.
Essa obra relata uma história linda, com assuntos presentes no dia-a-dia das crianças que sofrem de desigualdade e preconceito. Quem leu essa história levou para suas vidas que ser diferente é bom, mas desigualdade é ruim. Eu recomendo esse livro para todas as idades, pois ele trata de situações que devemos refletir.




quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

4042 dias


Me chamo Matheus Magno Rigaard Agostinho, nasci a 4042 dias atrás, no dia quatro de novembro de 1999 as 8:50 PM no Recife, mas creio que isso não vem ao caso. Não venho de família rica e tudo mais, porém desde que me entendo por gente minha mãe sempre fez o possível por mim e por isso não reclamo de nada.
Quando pequeno eu reconheço que era “treloso” e desde bebê eu era “meio” inquieto. Vivi sempre em Paulista mesmo tendo nascido no Recife.
Não lembro direito, mas meus parentes sempre contam algumas das peripécias de quando eu era bebê, como por exemplo o dia que fugi no shopping e o dia que quase pulei da cama da minha avó (que era alta) com o intuito de descer, fato que quase me rendeu alguns bons pontos na cabeça, quem me impediu foi minha avó que me segurou pelo tornozelo.
Entrei na escola aos 2 anos, o nome dela era CCI, mas aos 3 troquei de colégio e fui para o São Bento onde estudei até a 4ª série.
Sempre tive muitos amigos e me considero uma pessoa sociável, mas o meu melhor amigo até hoje era meu tio Edílson, que eu gostava de chamar de “tio Dilcinho”. Porém no dia 15/07/2003, eu perdi o meu melhor amigo. No início eu só fiquei meio tristonho e perguntava sempre se ele ia voltar, mas, com o passar dos anos, eu fui me conformando, porém nunca o esqueci.
Com 8 anos eu comecei a fazer um curso preparatório para fazer as provas do Colégio de Aplicação. Passei dois anos no curso, os dois piores anos da minha vida porque eu chegava do colégio as 1:10 da tarde e tinha que tomar banho, almoçar, escovar os dentes, trocar de roupa e partir para o curso, tudo isso em 50 minutos. Quando chegava em casa, às 4:30 da tarde, já cansado e sem a mínima vontade de olhar para um caderno, eu ainda tinha que fazer as tarefas do curso e do colégio e depois dormir cedo para no outro dia estar acordado às 5:20 da manhã.
Contudo foi proveitoso, pois se não fosse o curso eu não teria passado no Colégio de Aplicação, que foi um das melhores coisas que me aconteceram.
Estou bastante feliz de ter passado a estudar aqui não só pelo fato do ensino, mas também pelo fato de ter encontrado novos amigos e professores maravilhosos. Para completar este ano meu pai voltou para o Brasil e tem sido muito divertido conhecê-lo melhor mesmo depois de tantos anos longe.
Tenho quase certeza que não coloquei tudo sobre minha vida neste papel, pois até a mesmo a memória de uma criança pode ser falha. Mas tenho certeza de uma coisa, que muitos outros dias virão, e muito mais do que 4042 dias.

Matheus Magno Rigaard Agostinho.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Minha vida em uma página!


Sou Mirella Ferreira Penaforte,
nasci em Parnamirim – RN no dia 31 de julho de 1988, no Hospital da Aeronáutica
da cidade. Morei lá até os 5 anos, lembro que estudei na escola Abelhinha até a
alfabetização. Apesar de ter nascido no Rio Grande do Norte, grande parte da
minha família é pernambucana, e o meu sonho sempre foi morar no Recife, mas não
consegui realizá-lo tão rápido. Meu pai é militar, e por isso eu, meu irmão e
meus pais fomos morar na cidade de Pirassununga, São Paulo, em 1994.
Lá, eu e meu irmão vivemos uma
infância muito tranquila e divertida! Íamos para a Cidade da Criança, cheia de
brinquedos legais, para o “Laguinho”, onde andávamos de pedalinho, além disso,
sempre brincávamos na rua com os amigos. No Colégio Atena, onde estudei até a
quarta série, sempre tive dificuldades com matemática, mas gostava muito de
escrever e as professoras me incentivavam muito nessa parte. Nessa época era
muito retraída e não gostava muito dos colegas da escola, mas fiz amizades com
os vizinhos, às vezes ainda tenho notícias deles, mesmo depois de tanto tempo.
Em 1998, meu pai conseguiu o que
eu tanto queria, uma transferência para Recife! Chegamos aqui no dia 13 de
dezembro, e foi um dia muito especial para mim! Morei por um tempo na casa da
minha avó e estudei no Colégio Barão de Souza Leão (que não existe mais), uma
escola muito ruim, minha mãe se arrependeu muito de ter me colocado lá! Em 2000
fui para o Colégio Visão, onde estudei da sexta série até o terceiro ano.
Lá fiz muitos amigos, vivi muitas coisas legais
e foi nessa escola que eu conheci o meu marido! Na época, em 2003, ele estudava
no segundo ano do ensino médio e eu no primeiro ano, nos conhecemos porque
fazíamos o mesmo caminho para ir para casa e, depois de muito tempo e
insistência, eu aceitei namorar com ele! Na escola, continuava com problemas
com os cálculos, mas sempre me destacava na área das ciências humanas, gostava
muito de português e tinha muita facilidade para aprender inglês e
principalmente espanhol.
No ano de 2005, prestei vestibular para
Publicidade e Propaganda, era um curso que eu queria muito fazer, mas
infelizmente não passei. Ainda nesse ano, descobri que estava grávida, e a
partir de então, minha vida tomou novos rumos. Em julho de 2006 o meu filho
nasceu, e eu aproveitei esse ano para me dedicar exclusivamente a ele, por isso
não fiz vestibular. Porém, já tinha em mente que o próximo ano seria de muita dedicação
também aos estudos, pois eu queria estudar na UFPE e não iria desistir até
conseguir.
E assim foi, em 2007 fiz cursinho no Contato à
noite, enquanto a minha mãe ficava com o bebê dormindo, e me decidi pelo curso
de Letras, pois era o que mais combinava com as minhas habilidades. Na época do
vestibular eu me senti muito segura, e consegui passar! Ainda no final desse
ano, eu e meu então namorado nos casamos, e a partir daí temos feito muitos
projetos para a nossa família!
Os anos seguintes foram bastante intensos,
cheios de responsabilidades e compromissos, mas contei com a ajuda da família
para conciliar tudo e conseguir estudar, e também me divertir. Hoje, estou
concluindo o curso de Letras, já consegui um emprego na área de espanhol, e,
depois da minha experiência como estagiária no 6º ano A no Colégio de Aplicação,
acho que também estou apta para dar aulas de português!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Um garoto especial

TÍTULO ORIGINAL: Tistou le pouces vertes
Título Nacional: O menino do dedo verde
Autor: Maurice Druon
Tradutor: Dom Marcos Barbosa

Nasceu em Paris, no dia 23 de Abril de 1918, Maurice Druon, que tinha um bisavô brasileiro, o escritor, jornalista e político maranhense Odorico Mendes que se projetou como tradutor de Homero e Virgilio. Druon era sobrinho do escritor Joseph Kessel, com quem escreveu o "Canto dos Partidários", sobre uma música composta por Anna Marly, e que servira de hino aos movimentos da Resistência durante a Segunda Guerra Mundial. Entre suas obras encontram-se “A rainha estrangulada” e “Um rei perde a França”.
No livro “O menino do dedo verde” o autor fala sobre como uma criança tenta melhorar o mundo com flores.
Na minha opinião é uma narrativa bem interessante, que cativa o leitor ao livro – principalmente o público infantil.
Tistu era um menino feliz, que foi criado em uma casa luxuosa e de acordo com o livro era “a casa que brilha’’ com pessoas que gostavam muito dele e acima de tudo o amavam, na cidade de Mirapólvora. Quando ele fez oito anos, seus pais acharam que já estava na hora dele começar a estudar na escola, deixando de estudar com Dona Mamãe em casa, mas o menino ficava entediado, queria aprender, mas o sono vinha, mesmo contra sua vontade, acabava dormindo na aula. Por isso, no terceiro dia de escola, foi expulso.
Seus pais ficaram preocupados com essa situação, até que o Sr. Papai teve uma ideia, Tistu seria educado com assuntos relacionados ao cotidiano e a vida. A sua primeira aula foi com o jardineiro Bigodes. Foi nesta aula que ele descobriu que possuía o polegar verde, o Sr.Bigodes explicou que em todo lugar existiam pequenas sementes que se tocadas por um polegar verde nasceriam diversas flores dentro de alguns minutos.Ele só descobriu porque Sr.Bigodes pediu para que o garoto formasse buracos na terra dentro dos jarros.Esse segredo foi guardado entre Sr.Bigodes e Tistu.
Quando ele começou a ter aula com outras pessoas, teve aulas de miséria, prisão e doenças, usou seu polegar verde para com o poder das plantas, amenizar a tristeza dos outros. Por tudo que aconteceu , Sr. Papai sugeriu que se mudasse o nome da cidade para Miraflores.depois que todos viram as flores que Tistu deixara.
Tudo ia bem, até que a guerra começou e deixou a todos muito preocupados, pois a fábrica do Sr.papai fornecia os canhões para os exércitos que eram:os Voulás e os Vaitimbóras, que lutavam pelo deserto abandonado, que Tistu achava ser uma pastilha cor de rosa. Sr.Trovões lhe disse que a fábrica ajuda na guerra e o garoto teve uma aula sobre o assunto.Mas não compreendeu muito bem porque o Sr.Trovões e o Sr.papai eram a favor dos Voulás que eram seus amigos e ajudavam também os Vitimbóras,é nesse momento que Tistu acha abominável o tipo de comércio de canhões e acaba levando uma bofetada do Sr.Trovões. Depois da aula ele foi estudar os canhões e os encheu de flores com o seu dom, acabando assim com a guerra.Em quando Tistu estudava os canhões o Sr.papai olhava-o de longe achando que o filho tentava recuperar a nota.Mas não sabia ele o que vinha a seguir. Todos ficaram surpresos quando a guerra terminou, logo ele confessa o que fez, e a fábrica de canhões transforma-se em fábrica de flores. Até aí, as coisas estavam bem. Mas Sr. Bigodes morre, deixando Tistu muito triste, fazendo com que ele construa uma escada para encontrá-lo no céu. Diz que é temporário e logo voltará, mas vai subindo e se perdendo nos céus. O pônei Ginástico que sabia de tudo roe de maneira curiosa no pé da escada construída pelo menino: TISTU ERA UM ANJO!
Eu gostei muito da história, mas é um pouco triste, porque Bigodes morre no final e Tistu quer encontrar com ele la no céu então sobe na escada que ele próprio construiu.Subiu e subiu assim, quando a escada acabou ele continuou subindo e não voltou mais.Mesmo sendo parte da vida fiquei pensando na falta que Tistu fez a seus pais e a todas as pessoas que o conheciam e que tinham proximidade com ele. Gostei muito quando ele disse e provou para seu pai e o Sr.Trovões que tinha o polegar verde isso foi uma demonstração de coragem também achei muito bom quando ele deu sua opinião sobre o comércio do Sr.papai . É uma história para pensarmos sobre nossa ações ,sobre o mundo em volta e nas outras pessoas ao nosso redor.
Recomendo o livro para todas as idades, porque fala sobre algumas coisas reais, como a guerra, a pobreza e os vários tipos de doenças.

Festa de confraternização do 6º ano A- 2011

 
Fizemos também o amigo secreto, bem adiantado, inclusive!!!

Minha autobiografia

Nasci no dia 5 de janeiro de 200 ás 17h45 na maternidade do Hospital D'Ávila.

Minha mãe chama-se, Maria Ideltrudes de Lima Souza e meu pai, Amilcar Furtado de Albuquerque Corrêa tenho apenas um irmão: Igor Souza Furtado de Albuquerque Corrêa., mais velho do que ela, ele nasceu no dia 28 de outubro de 1996, no hospital Albert Sabin.

Meus avós são ilda Lima é Gentil Ferreira de Souza (maternos) e Marilde Furtado com Iraci Saraiva (paternos) adoro meus avós, porém não tenhp muita proximidade com meu avô paterno Iraci Saraiva que se separou de minha avó e foi morar no Piauí, sua terra natal.

Aos 6meses entrei no Berçário da Escola encontro.

Com 1 ano e 8 meses parei de chupar chupeta, pois minha mãe esqueceu minha chupeta esterilizando, queimando então o bico e as bordas, eu tentei usar minhas chupetas, porém as bordas queimadas deixara-me agoniada o que me fez dormir sem chupeta e desde então nunca mais usá-la.

Aos 2 anos e 9 meses eu demonstrava coragem assistindo filmes à noite a espera de meu pai que costumava chegar tarde do trabalho.

Aos 8 anos fugi da casa de minha avó onde passava as férias para ir a um show com minha prima Letícia (que tinha a mesma idade nessa época), nós duas saímos de casa escondidas porque sabíamos que se pedíssemos as nossa mães não nos deixariam sair. O show estava ótimo até que chegaram alguns homens bêbados e por precaução saímos de perto e fomos passear no centro onde encontramos Claudia (namorada de um primo) e outra amiga numa lanchonete. Claudia as informou da aflição de seus pais e ligaram imediatamente para eles que foram buscá-las e ficaram tranquilos por ver-nos bem.

Até os 10 anos estudei na Escola Encontro onde fiz muitos amigos com quem mantenho o contato.

Isabela gosta de comer rocambole e adora sushi ela tem como sobremesa favorita peti gateu. Tem uma jabuti chamada Cagada 9nome escolhido por seu irmão) e um cavalo que por não ter nome recebu o apelido de Pica-pau por sua cor (vermelho) dado pelos trabalhadores da fazenda de seu avô onde é criado.

Estudo hoje no Colégio de Aplicação da UFPE. Passei todo o ano de 2010 sonhando e me esforçando para passar no teste e finalmente meu sonho se realizou. Lá tenho muitos amigos, alguns que comcerteza vão ficar para a vida toda.


Resenha Mateus Borba Resenha A terra dos meninos pelados, um momento de reflexão

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
CENTRO DE EDUCAÇÃO
COLÉGIO DE APLICAÇÃO










 Mateus Borba M.Oliveira








Resenha A terra dos meninos Pelados
 Um momento de Reflexão
















                                                   RECIFE
MÊS/2011

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
CENTRO DE EDUCAÇÃO
COLÉGIO DE APLICAÇÃO










Mateus Borba M. Oliveira





Resenha A terra dos meninos Pelados
 Um momento de Reflexão







Atividade apresentada como exigência parcial da II unidade para aprendizagem na disciplina de Língua Portuguesa do 6º ano “X” do Ensino Fundamental II.




ORIENTADOR: PROF.º EDIGILSON FERREIRA DE ALBUQUERQUE




RECIFE
MÊS/2011


A terra dos meninos pelados é um livro escrito por Graciliano Ramos, publicado pela Editora Record em 1995, tem origem Nacional com 79 páginas.
            Graciliano Ramos tinha nascionalidade brasileira, nasceu em Quebrangulo-AL, 27 de outubro de 1892 e morreu em Rio de Janeiro em 20 de março de 1953, foi romancista, cronista, contista, jornalista, político e memorialista brasileiro do século XX, mais conhecido pelo livro Vidas Secas(1938).
Em 1909 colaborou no Jornal de Alagoas, de Maceió. Trabalhou como jornalista, comerciante e diretor da Instrução Pública de Alagoas. Em 1928, é eleito prefeito de Palmeira dos Índios no mesmo estado, renunciando dois anos depois.Em 1933, lança seu primeiro romance, ''Caetés''.
 Em 1934, publica uma de suas obras-primas, ''São Bernardo''. Acusado de subversão comunista em 1936, fica preso por 11 meses no Rio de Janeiro, experiência que narra em ''Memórias do Cárcere''. Quando é solto continua na capital. Em 26 de janeiro de 1953 é internado, vindo a falecer em 20 de março de 1953.
 Obras: Caetés (1933); São Bernardo (1934); Angústia (1936); Vidas Secas (1938); infância (1945);Insônia (1947)  Viagem (1954); Memórias do cárcere (1953); Alexandre e outros heróis (1962); Linhas tortas (1962); Viventes das Alagoas (1962).
É a história de um menino que sofria muito com o preconceito feitos pelos outros meninos, porém descobrindo um mundo diferente, onde todos se respeitam, voltando para casa com uma lição que muda sua vida.
O Texto em 3 pessoa e com uma boa divisão em parágrafos sabendo relacionar o tema visto antes nas suas 79 páginas.
Este livro narra a história de um menino que tinha um olho azul, um verde e era completamente calvo, os meninos normais caçoavam dele o chamando de pelado etc. ele não ficava com raiva porém sempre se entristecia, fechando o olho preto e se era grande a mágoa fechava os dois.
Em suas horas de melancolia ele imaginava um mundo diferente, onde todos eram iguais a ele, de árvores a pessoas, todos se respeitavam e não praticavam a violência, até suas vestimentas eram diferentes e se imaginando lá ele falava sozinho e os meninos achavam que ele estava enlouquecendo porém Raimundo iria participar de um acontecimento que mudaria sua vida.
Raimundo vai para casa e atravessa o jardim, coisas estranhas ocorrem com ele até uma laranjeira explicar-lhe que ele está em Tatipirun e daí ele procuras os meninos pelados, achando eles, vai numa aventura em busca da princesa Caralâmpia e descobrindo novos amigos e que não só ele que tinha diferenças e que se entristecia, tendo uma lição de vida, ajudando outros a superar diferenças e voltando sem medo de ser caçoado, sabendo que cada um é especial pelas suas diferenças.
Este livro conta uma linda história com uma lição de vida como foco, o livro tem uma linguagem informal popular brasileira, pode ser tido como uma história infantil, porém servindo aos adultos, é uma história contagiosa que interage com o leitor fazendo-o refletir sobre o que foi lido.
Com a máscara de um livro para crianças trata de um assunto muito sério e filosófico que são as diferenças e os preconceitos induzindo a criança leitora desde já respeitar as diferenças e pensar “se eu fosse diferente, eu gostaria que me desrespeitassem?” de um jeito que elas não percebem, envolvidos na trama da história.
Como já foi dito, o livro serve para crianças (pelo menos ensino fund. completo) à adultos, pois á vários que sofrem pelas suas diferenças e já insinuado aqui tem a máscara de um livro infantil tratando de um assunto sério e discutido hoje em vários locais, sendo essencial para todas fachas etárias e todas rendas de classe baixa a alta.