quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Flores e + Flores

Título original: Tistou le pouces vertes
Título nacional:O menino do dedo verde
Autor:Maurice Druon
Nascido em Paris, a 23 de abril de 1918, Maurice Druon tinha entre seus antepassados um bisavô brasileiro, o escritor, jornalista e político maranhense Odorico Mendes que se notabilizou como tradutor de Homero e Virgilio. Druon era sobrinho do escritor Joseph Kessel, com quem escreveu o "Canto dos Partidários", que, sobre uma música composta por Anna Marly, servira de hino aos movimentos da Resistência durante a Segunda Guerra Mundial. Entre suas obras encontram-se “A rainha estrangulada” e “Um rei perde a França”.
O menino do dedo verde fala da história de João Batista mais conhecido como Tistu, ele mora na cidade de Mirapólvora,em uma grande casa onde tudo brilhava com o sr.Papai(que era seu pai), Dona Mamãe(que era sua mãe) e seu pônei que se chama ginástico. A cidade era conhecida principalmente por causa da fábrica de canhões do Sr.Papai.
Por ser filho do Sr.Papai Tistu futuramente iria herdar a fábrica de canhões,mas em quanto isso não acontecia ele estudava em casa com sua mãe e, para a surpresa de todos quando chegou a hora do garoto ir ao colégio ele sempre dormia nas aulas e acabou sendo expulso.Vendo que o filho não conseguia prestar atenção nas aulas,Sr.Papai inventou um novo método de ensino,Tistu iria aprender as coisas olhando-as com os próprios olhos.O menino teria aulas com o jardineiro Bigode e o exigente Sr.Trovões.
No primeiro dia de aula no primeiro exercício que tinha que fazer com o Sr.Bigode,Tistu descobre que tem um polegar verde,em tudo que ele tocar nascerá flores de diversos tipos.Mas o Sr.Bigode o advertiu a não contar a ninguém sobre esse dom.Seguindo esse conselho Tistu curou doentes,parou guerras,amenizou a miséria,deixou animais de um zoológico felizes,e até deixou uma cadeia alegre sem contar a ninguém e esses atos fariam no futuro a cidade se chamar Miraflores.No fim da história Sr.Bigode morre e para tentar falar com ele o pobre garoto construiu uma escada feita com árvores(que até se tornou a nona maravilha do mundo)para tentar chegar ao céu para conseguir falar com o senhor bigode,e nessa subida ele percebe asas a sua volta,ele era um Anjo!
A história e ótima e eu recomendo,ela mostra que uma criança com seu dom conseguiu ajudar uma cidade inteira,e isso mostra que como simples atos podem ter grandes consequências.Foi criado para o público infanto-juvenil mas qualquer pessoa de qualquer faixa etária que ler,irá gostar muito.

Minha Autobiografia


Meu nome é Thaynara, nasci no Hospital do Progresso em 9de junho de 2000. Meus pais se chamam Gequilane Maria Silva Lessa e Geraldo Lemos Lessa Filho. Sou a caçula e tenho apenas uma irmã de 15 anos, chamada Thayane. Pelo o que minha mãe diz eu aprendi a andar primeiro do que engatinhar e nunca gostei de chupeta.

Estudei somente em duas escolas até agora, Escola Pinheiros, a qual foi muito importante para mim, pois foi lá que fiz minhas primeiras amizades, e algumas delas duram até hoje. A segunda, e atual, foi o Colégio Aplicação, para conseguir realizar este desejo,na 4a serie, entrei para o curso CICA, Um preparatório. Foi muito puxado para mim, mas fiquei muito feliz com o resultado. Quando soube da notícia que havia passado, eu estava no médico, e até passei mal, quase que não acreditava.

No começo foi meio difícil, porque eu não estava acostumada a estudar ate 16h da tarde, mas depois me acostumei.

Eu ainda não decide o que quero ser mas gosto muito de exatas e de dormir,gostaria de achar uma profissão que se adeque a essas duas escolhas minhas.

Se quer saber...estou super satisfeita com minha vida ate agora,e ainda espero muito mais.

Por Thaynara Lessa

Minha história.....minha autobiografia

Meu nome é Anna Beatriz Rodrigues Vasconcelos de Oliveira.Nasci no dia 28 de maio de 2000 às oito horas da manhã, na maternidade Santa Lúcia em Recife-Pe.Sou filha de Marivânia Vasconcelos de Andrade e Ismael de Oliveira Neto e tenho um irmão mais novo que se chama João Herique Rodrigues Vasconcelos de Oliveira.Aos dois anos comecei a estudar numa escolinha chamada Risque Rabisque onde fiquei até os três anos.Desde então passei por várias escolas como: Pingo de Gente(2004),San Carlus(2005), Americano Batista(2006-2007),Geração Ativa (2008-2009) e em 2010 estudei no GGE e ainda no mesmo ano fiz um cursinho preparatório chamado Vencer para concorrer a uma vaga no colégio de Aplicação, onde atualmente estudo.Minha matéria preferida é História.
Bom, minha vida acadêmica sempre foi muito agitada seja pela quantidade de escolas em que estudei, seja pela quantidade de amigos que conheci.Até hoje tenho contato com a maioria das minhas amigas dos colégios anteriores. Sempre gostei de fazer amizades e de conhecer novas pessoas.
Gosto muito de brincar e conversar com minhas amigas no msn.Acho que uma das coisas mais importantes é a família e a amizade.
Também gosto muito de viajar com meus pais e meu irmão, sempre descubro coisas novas, principalmente, porque meu pai sempre fala da história do lugar para onde vamos viajar.
Ainda não sei muito bem o que quero ser quando crescer, pois tenho muito tempo para decidir.Mas por enquanto penso em ser Diplomata para poder viajar e representar o meu país.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Minha Autobiografia

 Minha Autobiografia
  


Meu nome é Mateus Borba M. Oliveira, possuo 11 anos e meus pais são Josemir Moraes Oliveira e Ana Emília Borba M. Oliveira. Nasci em Recife, porém moro no interior, onde tenho uma vida boa e legal.
Do meu nascimento (2000) até os 4 anos de idade morava em uma simples casa em Nazaré da Mata, na rua Edécimo Ramos, estudava na Colégio Santa Cristina. A minha vida era repleta de brincadeiras com amigos e família, pois não tinha muitas responsabilidades.
Com 4 anos (2004) me mudei para a Granja Bom Conselho, ainda em Nazaré, onde morava com meu avós paternos e minha tia; lá ocorreram acontecimentos marcantes em minha vida. Eu explorava muito a granja com meus primos e  amigos; entrei para natação, futebol, Kumom e isso tudo me divertia, logo após aconteceria o momento mais feliz da minha vida, o nascimento da minha irmã Maria Emília. Foi nessa fase que infelizmente meu querido avô paterno faleceu e eu quebrei meu braço.
Em 2008 com 8 anos me mudei para Carpina - PE, onde morava com meus pais e minha irmã na rua Alameda Riquilândia, estudava na Escola Salesiana Padre Rinaldi, sendo aluno destaque e ainda sobrando tempo para diversão com novos amigos da minha rua, Judô, Futsal e Kumom.
Em 2010 eu entrei no CICA, um curso preparatório, com intuito inicial de ingressar no Colégio de Aplicação e me esforçando muito, saindo do futebol, do judô e do Kumom, com uma grande dedicação minha e dos meus pais que me apoiaram a vida toda, entrei no Colégio Aplicação.
Atualmente (2011), estudo no colégio de Aplicação, onde tenho me dedicado as obrigações e nos feriados posso passear com a minha família à museus, cinemas, zoológicos etc. e apenas algumas vezes tenho notícias tristes, como o falecimento de meu amado avô materno. Em contra partida, “adotei” dois avós, que me inspiram muito na leitura e no estudo, apesar de nunca substituírem os que já partiram.
 Gosto muito de viajar e ter novas experiências com culturas e desenvolvimento, poder interagir com outras pessoas e passar um tempo exclusivo com minha família, em hotéis, restaurantes, museus e parques.

Autobiografia.

Meu nome é Taisi Rosa Rodrigues Oliveira, tenho 11 anos e nasci no dia 13/04/2000, na maternidade São Lucas, que hoje é uma faculdade, no Recife. Sou filha de Ana Cláudia Rodrigues de Assis Oliveira e Marcos André de Oliveira. Minha primeira escola foi Espaço Livre, que hoje é uma fábrica de tecidos, do mesmo dono, onde estudei desde o maternal até a alfabetização. Minha segunda escola foi a Centro Educacional Professora Jovelina, onde estudei da primeira série até a terceira. Minha terceira escola foi Escola Jardim Primavera, onde estudei na quarta série. Durante esse período da quarta série, eu também estudei no Curso Vencer, onde me preparei para passar no Colégio de Aplicação da UFPE. Nesse curso, conheci muitas pessoas maravilhosas, entre elas existe a Izabelle, que durante esse tempo foi minha melhor amiga. Existia o Romeu, que foi meu melhor amigo. Tenho amigas desde que fiz meu primeiro aniversário, a Mariana e a Carol são exemplos. Realmente, Mariana é minha melhor amiga até hoje. No ano passado, estudei muito para poder passar no CAp, e no final do ano recebi essa notícia de que tinha passado. Foram momentos de alta alegria. Justamente no ano de 2011, eu comecei a estudar no CAp e conheci pessoas maravilhosas. Bom, "maravilhosas". Porque existem pessoas que realmente eu posso chamar de amigos, já outras não. E também no ano de 2011 eu conheci uma rede social chamada TUMBLR que nela eu posso me expressar. E acho que minha cadela está grávida, outro fato marcante.

Espero que tenham gostado, até porque se eu for escrever o que realmente tudo o que aconteceu na minha vida, levariam eternidades.

Beijos, Taisi.


E na cidade de Mirapólvora... ( ou seria Miraflores?)

Ficha Técnica

Título: O menino do dedo verde
Autor: Maurice Druon
Editora: José Olympio
Tradução: D. Marcos Barbosa


    Maurice Druon ( Paris, 23 de abril de 1918 – Paris, 14 de abril de 2009) foi um escritor francês e decano da Academia Francesa de Letras. Tistou les pouces verts ( O menino do dedo verde) foi apenas uma de suas obras.
    Tistu, cujo nome de batismo era João Batista, morava na Casa-que Brilha, onde tudo brilhava, junto com Sr. Papai e  Dona Mamãe, na cidade de Mirapólvora.. Ele foi à escola pela primeira vez aos 8 anos de idade. Já estava certo que ele iria substituir Sr. Papai na sua fábrica de canhões. Porém, o garoto surpreendeu a todos, quando dormiu no primeiro dia de aula, por um motivo desconhecido pelo mesmo, e acabou sendo expulso da escola. Sr. Papai e Dona Mamãe ficaram desesperados, até o Sr Papai teve uma ideia: Tistu iria estudar na melhor escola entre as demais: A escola da vida!
    Sua primeira aula foi na estufa, com o Sr. Bigode, um jardineiro que falava com as flores. O pequenino descobriu que tinha o polegar verde. Significava que onde ele encostasse o seu polegar, cresceriam, em pouco tempo, lindas flores. Eis o primeiro segredo entre ele e Bigode.
    No dia seguinte, sua aula foi acompanhada pelo Sr. Trovões,um senhor rígido e bastante exigente. Visitaram a cadeia, onde Tistu pôde ver os presos uniformizados etc. O pequenino achou que naquele lugar havia muita tristeza. No entanto, nada poderia fazer com o Sr. Trovões ao seu lado. Preferiu deixar para fazer o que planejara (fazer crescer flores pela cadeia) á noite, quando todos estivessem dormindo. Então, chegou a noite... Tistu foi até a cadeia ,e, chegando lá, encostou seu polegar em vários locais, fazendo crescer lindas flores por toda a parte. Os presos se sentiram felizes, e não fugiram.
    Essa foi apenas uma das boas atitudes de Tistu para melhorar a cidade de Mirapólvora, nomeada de Miraflores logo depois que ele fez nascer lindas flores na favela. Mas, fora isso, o pequenino alegrou os hospitais, acabou com a guerra, entre outras coisas.
    Essa, com certeza, foi uma das mais lindas histórias que eu já li. Achei muito interessante. Um menino, através de seu dom, ajudou muitas pessoas de sua cidade. Não pude deixar de ficar emocionada quando no final do livro, Tistu constrói uma escada de flores para fazer uma visita ao céu, dizendo que logo voltaria. Porém, o menino chega à uma altura onde não vê mais a escada. E ele sobe... vendo a imensidão... TISTU ERA UM ANJO! Quero parabenizar o autor, que escreveu essa história linda... Recomendo a todas as pessoas que gostam de histórias que ficam na mente.

Jéssica Souza

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Uma lição de moral

     O  livro "Terra do meninos pelados", de Graciliano Ramos, foi publicado em 1939, conta a história de um menino chamado Raimundo, que era careca e tinha um olho preto e outro azul, por isso era considerado estranho, os vizinhos o apelidavam de Raimundo Pelado. Isso estava fazendo com que ele falasse sozinho, até que um dia ele subiu uma encosta de morro com os olhos fechados e acabou indo para um país chamado Tatipurum, a Terra dos Meninos Pelados.
     Lá ele faz amigos mas percebe que, mesmo estando em um lugar que todos são iguais a ele, tem pessoas que sofrem o mesmo tipo de preconceito e têm o mesmo pensamento que ele, como um anão e um menino sarnento que queria que todos fossem iguais a ele, ele viu que mesmo com a igualdade, o preconceito sempre existiria, por isso voltou a seu lugar.
     Eu achei o livro bem interessante pois aborda o tema de preconceito, e dá uma lição que mesmo que todos sejam iguais a você, sempre o preconceito existirá, como diz no início do livro, na apresentação, que nós sempre procuramos pessoas que são parecidas conosco "Muitas vezes nos identificamos e nos aproximamos daqueles que se parecem mais conosco no gosto, nas afinidades..."

Autobiografia

     Meu nome é Marco Antonio, nasci às 20h 30min do dia 17 de novembro de 1999, na Maternidade Santa Lúcia no Recife. Sou filho de Maria Adriana Farias e Antonio Barbosa Filho, minhã mãe é Técnica em Enfermagem e meu pai é formado em Marcenaria atualmente trabalhando como Contrôler em Angola.
     Eu sou o terceiro filho da minha mãe porém o sexto so meu pai - em ambos sou o caçula =( - . Como meu pai e meu avô, sempre gostei muito de viajar para Salgueiro ( terra natal deles )no Sertão, à aprox. 100km de Petrolina e à 514km do Recife.
     Em toda minha vida só estudei em três escolas, inicialmente em uma perto da minha casa, chamada Colégio Makro e Curso, sai dela no Jardim II porque estava prestes a fechar, da Alfabetização até o 5° ano estudei no Colégio Souza Leão, este em Olinda, e, por fim, estou estudando no Colégio de Aplicação, no qual tive de passar um ano inteiro no Curso CICA, ano cheio pra mim porque de manhã tinha curso, à tarde, colégio e à noite futsal.
Eu sou Marco Antonio e essa é basicamente minha vida

Bomba de flores!



                O livro O menino de dedo verde está no meio das obras de Maurice Druon, nascido no dia 23 de abril de 1918, como Os reis malditos, A rainha estrangulada e o Rei de ferro, mas O menino do dedo verde foi o único livro dedicado a um grupo infanto-juvenil no ano de 1957.
                Tistu era um menino feliz, recebia o agrado e luxo do Sr. Papai e da Dona Mamãe, que moravam na Casa que brilha, na qual tudo brilhava. Sua família era bastante conhecida, pois seu pai era dono da famosa fábrica de canhões da cidade de Mirapólvora.
                Tistu não parecia um menino normal, ele foi expulso do colégio após dormir nas monótonas aulas. Após breves aulas de cidadania e vida com o gerente da fábrica de armas, Sr. Trovões e o sábio jardineiro Bigode, Tistu descobriu que tinha o dedo verde.
                Depois de aulas com o Sr. Trovões, Tistu fez jardins transformarem favelas em pontos turísticos.Fez as mais belas flores brotarem no quarto de uma pobre menina doente, que já não parecia tão triste. Trouxe novamente a liberdade dos animais no zoológico e com muitas trepadeiras e plantas espinhentas, Tistu também evitou uma guerra.
                Depois de tantas coisas boas, a missão de Tistu terminara na terra, O garotinho que não parecia normal, realmente era diferente. Após a morte do Bigode, seu fiel conselheiro, Tistu construiu uma escada de flores e subiu para não voltar mais! De manhã,quando todos gritavam pelo nome de Tistu, perto do pônei Ginástico, letras formadas de botões dourados vindos das flores diziam: TISTU ERA UM ANJO!
                Essa história é linda, vendo por outro lado, percebemos que todos nós temos uma missão na terra, e que nós podemos fazer nossa parte para um mundo melhor.
               
               
                Amanda Moraes

domingo, 27 de novembro de 2011

As flores de Miraflores

O livro “O menino do dedo verde“ retrata a emocionante história de um rico menino chamado João Batista, conhecido por todos como Tistu. Morava na cidade de Mirapólvora, em uma grande casa, junto com o Sr. Papai, a Dona Mamãe e seu querido pônei chamado Ginástico. Eles eram conhecidos principalmente pelo fato do Sr. papai ser dono de uma famosa fábrica de canhões.

Ninguém tinha a menor dúvida de que Tistu ficaria com o lugar do Sr. Papai na direção da fábrica, assim como este sucedera ao Sr. Vovô. Mas, para a surpresa de todos, ao entrar na escola, Tistu dormiu nas aulas e acabou sendo expulso. Isso fez com que o Sr. Papai inventasse um novo método de ensino, no qual Tistu aprenderia as coisa vivenciando-as. Seus professores seriam o jardineiro Bigode e o severo gerente da fábrica de canhões de seu pai, o Sr. Trovões.

Na primeira aula com o jardineiro Bigode, Tistu descobre que tem um polegar verde, ou seja, em tudo que ele tocasse nasceriam belas flores. Com esse dom ele fez com que a cidade passasse a se chamar Miraflores e descobre que uma cidade mais bonita e florida é capaz de amenizar a miséria, alegrar os hospitais e até mesmo acabar com as guerras.

Com um grande toque poético, o livro, escrito pelo francês Maurice Druon(1918-2009), é bastante interessante. Gostei principalmente pelo fato de mostrar que com simples atos, como a de uma inocente criança, podemos espalhar a paz e o amor no mundo. No entanto, acho que poderia ser um pouco menos dramático. Foi criado para o público infanto-juvenil, mais qualquer um que o ler irá gostar bastante.

Minha Autobiografia

Meu nome é Leonardo Acioli Arruda Sampaio nasci em Recife,Pernambuco no dia 20 de novembro de 1999.Meus pais se chamam Adla Acioli Lins de Arruda e Esmeraldo Cruz Sampaio, ambos são advogados.Sou filho único e estudei em quatro escolas em toda a minha vida,nem uma delas foram tão importantes para mim quanto a primeira que se chamava escola "Crescer" e a atual o CAP.
Para eu entrar no CAP,eu tive que abrir mão das coisas que eu mais gostava, como fazer natação e sair menos para passear,para estudar quase todo dia durante um ano.Mas nas férias de Julho de 2010 faltando menos de 4 meses para a prova, eu fiz a viagem mais inesquecível da minha vida que durou uma semana na Amazônia(foi minha primeira viagem de avião) onde eu conheci Manaus,os botos rosa,o encontro das águas,tribos indígenas,rios como o Amazonas e o Solimoes,conheci museus e teatros... Mas voltando a Recife os estudos continuaram até novembro.
Quando saiu o Resultado da prova,eu estava na casa dos meus avós, todos da minha família vibraram de alegria com o resultado,inclusive eu.
Meus primeiros dias No CAP foram difíceis, pois eu não conhecia quase ninguém,mas depois me acostumei e fiz novos amigos.
Como quase toda a minha família é do ramo de direito,acho que quero ser juiz,embora eu não tenha tanta certeza e ainda falte muito tempo para eu me decidir.



Outra Autobiografia!



                Meu nome é Amanda S. C. Moraes, nasci no dia 23 de dezembro de 1999 em Recife, sou filha de Artur Santos e Ana Virgínia Soares.
                Tenho uma irmã gêmea chamada Alice Moraes, nosso primeiro aninho foi comemorado com uma festa do fundo do mar, na qual a família foi reunida.
                Aos dois aninhos, eu e Alice passamos à estudar no Instituto Capibaribe, onde nossas primeiras amizades surgiram, mas após os 6 anos de idade eu e Alice passamos a estudar em turmas diferentes, a partir do infantil 4, nunca mais estudei junto à Alice.
                Em 2003, uma notícia inesperada surgiu, eu recebi uma irmãzinha, fiquei mais aliviada quando soube que não era menino. O nome dela é Ana Luiza, que como muitas pessoas dizem, ela deveria ser a gêmea de Alice, pois eu e Alice somos muito diferentes.
                Depois, em 2007, minha tia de parte de pai, estava grávida de Júlia, minha priminha, que até hoje é uma pestinha, mas muito fofa.
                Na terceira série ( quarto ano ),no ano de 2009, Eu e minha irmã gêmea iniciamos um preparo para o concurso do Aplicação, Militar e Recife no curso preparatório Vencer até a quarta série, em 2010, o ano que fizemos as provas.
                Os resultados foram muito bons para mim, mesmo sem ter feito a prova do colégio do Recife, eu fui aprovada no Militar e no Aplicação. No ano de 2011 passei a estudar no CAp da UFPE.
                No mesmo ano, em 2011,minha tia estava grávida novamente de Laurinha e  meu avô Manuel, em parte de pai, teve um AVC quando assistia a um jogo de futebol no estádio. Meus pais se planejavam para comprar outro apartamento para morar com ele, mas essa possibilidade foi anulada e meu avô permanece no apartamento dele com acompanhamento de enfermeiros.
                Nos estudos pretendo partir para a área de engenharia ou arquitetura, mesmo assim eu gosto muito de artes e ciências. Sempre fui muito ligada à poesias, inclusive já tive uma participação num livro.
                Meu sonho é de um dia poder saber como seria a morte, ou até mesmo voar, mas por enquanto são desejos pendentes. Espero que tenham gostado de conhecer minha trajetória até agora, pois espero muito mais para minha vida.

Amanda Moraes.

sábado, 26 de novembro de 2011

Em uma noite de julho...

Sou Sheyla Souza, e na noite do dia 27 de julho de 1989, no Hospital Recife (que não existe mais), minha mãe me trouxe ao mundo. Comecei a estudar com 3 anos e 6 meses, na Escola Menino Jesus, que fica bem pertinho da minha casa. Estudei lá até a 4ª série e na metade de do ano de 1999 passei a estudar na Escola Estadual Costa Azevedo.

Em 2000, agora cursando a 5ª série do ensino fundamental, conheci minhas melhores amigas: Elba e Ida, com as quais até a 8ª série fiz muitos trabalhos e passei por momentos inesquecíveis.
Em 2004, passei a estudar na Escola Clóvis Beviláqua. Os três anos que passei lá foram muito bons, pois sempre me destaquei como a melhor aluna da sala e algumas vezes da escola; participei das apresentações culturais como festivais de dança, peças teatrais, quadrilha junina, gincanas... Lembro que durante o meu ensino médio minha mãe vivia brigando comigo, pois sempre que tinha algum tipo de atividade diferente eu “tava dentro”! Ela dizia que eu deveria focar nos estudos, só que eu nunca deixei de estudar por causa das apresentações.

No final de 2006, chegou o tão esperado momento de fazer o vestibular. Muitas pessoas ficam em dúvida em relação ao curso que vão escolher, mas eu não tive esse problema. Desde pequena eu brincava de ser professora de português, com direito a quadro branco e tudo! E quando chegou a hora de fazer a inscrição eu tive a certeza de que era isso que queria para minha vida. Prestei vestibular na UFPE para Letras e na UPE para Administração, mas não passei em nenhum dos dois. Ao saber que não tinha passado, prometi para mim mesma que iria me dedicar aos estudos e que na próxima tentativa, passaria.

Dito e feito. Em 2007, fiz um curso pré-vestibular no Colégio Especial. Passei todo o ano estudando, mas também não esqueci a diversão (se ficasse só estudando, terminaria louca com a pressão do vestibular). Assim que chegou a hora da prova, sabia que estava pronta. Fiz vestibular para Letras na UFPE e na UPE, passando nas duas universidades. Escolhi estudar na UFPE, e, desde então, estudo e me preparo para ser professora de português e espanhol.
Sempre fui uma menina meio tímida para fazer amizades, mas à medida que passo a conhecer as pessoas vou deixando a timidez de lado e “quebrando” a imagem de “chata” que a maioria das pessoas tem de mim. Sou completamente louca pelo Sport Clube do Recife, adoro ler todo e qualquer tipo de livros, amo dançar e não vivo sem a companhia dos meus amigos e da minha família.

Agora, no final de 2011, estou concluindo o curso de Letras e entrarei em uma nova etapa da minha vida: o exercício efetivo da carreira docente. Espero que dê tudo certo!

Autobiografia


Meu nome é Milena Maria Dias Lopes. Nasci na cidade do Recife, em Pernambuco, no dia 5 de dezembro de 1999. Meus pais se chamam Antônio Fernando Dias Lopes Júnior e Vânia Maria Dias Lopes. Sou a filha mais nova e tenho mais duas irmãs, Natália(13 anos) e Amanda(15 anos). Estudei em apenas duas escolas e em ambas fiz grandes e inesquecíveis amigos.

Comecei a estudar com 3 anos no colégio Centro Escolar Carochinha, onde fiquei até a quarta série. Era uma das melhores alunas e sempre tirava notas boas. Em 2011, entrei no Colégio de Aplicação. No início, eu achei um pouco ruim, pois eu não conhecia praticamente ninguém. Mas com o tempo eu fui conhecendo cada vez mais as pessoas e fiz grandes amizades. Amo muito todos eles, assim como a minha família. Adoro viajar, mas o lugar mais distante que eu já fui foi Natal, em Rio Grande do Norte. Também adoro escrever, ouvir música e praticar esportes. Já fiz vôlei, basquete, futsal, ginástica e ballet.

Não sei muito bem o quero ser quando crescer, ainda tenho muito tempo para me decidir. Talvez eu faça engenharia ou arquitetura. Mas, sei que para alcançar todos os meu sonhos terei que batalhar bastante para realizá-los.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Letícia Portela Chiu: Autobiografia


Eu me chamo Letícia Portela Chiu, tenho só 11 anos. Nasci em 28 de janeiro de 2000, no Hospital D'Ávila, aqui em Recife. Sou filha de Ana Rebeca Portela Chiu e Chiu Wen Shian. Tenho um irmãozinho chamado Leonardo Portela Chiu que nasceu no dia 28 de outubro , ele só tem 5 aninhos. Desde pequena eu era muito feliz, tinha muitos amigos e amava minha família. Minha mãe fala muito de quando eu era pequena e estudava em colégio chamado CRM, onde eu fiquei lá até a Alfabetização (1º ano). Sempre fui uma das mais inteligentes da classe, mas só que tinha um problema: A diretora era avó de uma menina da minha classe. Ela não deixava eu ser mais inteligente de que a neta. Vivia nos comparando. Lembro de um dia que ela nos retirou da aula só para fazer um teste oral para ver quem era mais inteligente, que era eu. Só para piorar a situação, a diretora também era minha professora de Ética (Sim, Ética). Eu não gostava mais do colégio, então fiz um teste para o Colégio Exponente. Lá convivi com pessoas maravilhosas, que mesmo no CAp, eu faço atividades complementares com minhas amigas e sou chamada para festas e comemorações.
Atualmente, como já disse, Estudo no Colégio de Aplicação. Para entrar lá, tive que fazer CICA, sair do inglês, da dança, abrir mão dos passeios e estudar todo dia (Bom, quase todos). Gostei muito do resultado, mesmo sem querer entrar no colégio. Antes de saber o resultado, eu tinha viajado no começo do mês de dezembro, para os Estados Unidos (eu amooo viajar) e o resultado saiu bem na hora do almoço. Minha mãe saiu correndo com o carro até o estacionamendo do hotel, só porque ela estava muito anciosa para entrar no quarto e ligar o computador. Quando a minha família viu que passei todos ficaram felizes. Daquele dia em diante fiquei imaginando como séria estudar lá e se os alunos fossem nerds e só sabiam estudar. No primeiro dia de aula conheci várias pessoas legais, que são muitos próximas até agora.
Meus pais falam que quando eu crescer, posso ser tudo que eu quiser. Eu acho mesmo que vou ser Oftalmologista. Desde de pequenininha eu queria ser médica, pois meu pai é um Cardiologista. Quando eu era pequena, gostava de andar de patins e de bicicleta com meu pai, foi ele que me ensinou. Hoje, ele quer me ensinar a andar de skate também, mas infelizmente tenho muito medo de cair. Mas é assim que se aprende, né? Eu acredito nisso.Pelo menos é o que dizem.

Autobiografia.

Meu nome é Jéssica Cristina Souza do Nascimento, tenho 12 anos e nasci no dia 29/08/1999. Sou filha de Mônica Cristina Souza do Nascimento e Jefferson Antônio Matos do Nascimento. Estudo no Colégio de Aplicação da UFPE. Sou natural de Recife/PE. 
Já estudei em vários colégios antes do CAp. O primeiro foi Rita de Cássia, onde estudei por apenas um ano, o de 2002. Depois, entrei para a escola Uniarte, onde também permaneci estudando por um ano, 2003. No início de 2004, entrei para a escola Crescer e Saber, e, na mesma, fiz o Jardim 1 e o Jardim 2. 
Em 2006, cursando o 1º ano (antiga Alfabetização), comecei a estudar na Escola Jardim do Éden, onde fiz vários amigos, que, provavelmente, nunca esquecerei, pois foi uma época muito boa. Fiquei estudando lá por 3 anos. No final do ano de 2009, fiz a prova de seleção para entrar no Colégio 2001, de Jardim São Paulo. Até que no início de 2010, recebi a notícia de que tinha tirado o primeiro lugar... Foi uma sensação incrível, um momento inesquecível. Recordo bem do momento em que minha irmã disse:  “Você passou, em primeiro lugar!” . Achei que, naquele ano, não poderia receber uma notícia melhor, mas recebi... 
No dia 22/12/2010, recebi a notícia que tinha sido selecionada para estudar no Colégio de Aplicação. Eis a realização de um sonho...  
No CAp., conheci muitas pessoas. Algumas podem ser chamadas de amigos, outras, infelizmente, não. Amo meus amigos e minha família. Gosto de Matemática, de ler e escrever. Meus escritores preferidos são Nicholas Sparks e Clarice Lispector. 
Acho que se um dia eu fosse escritora, escreveria romances. Sonho em ir para Paris e realizar intercâmbio em língua francesa. Bom, não estou totalmente decidida sobre que profissão vou querer exercer, mas pensei em algo como Engenharia ou Arquitetura, e, nas “horas vagas”, escritora. 
"Acho que não quero saber a concepção dos outros sobre mim. Eles nunca me conhecerão tão bem como eu! E sempre vão mentir ou não saberão dizer tão corretamente quanto eu quem sou. Acho que na verdade, nem sei quem sou" 
(Jéssica Souza)

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Acredite se quiser, mas eu já fui calmo!!!

Eu nasci na maternidade Oscar Coutinho(Boa Vista), no dia 01 de setembro de 1999. Minha mãe disse que eu era calmíssimo, só chorava quando estava com fome ou sono(kkkkk...eu sou assim até hoje!). Minha primeira casa foi na Caxangá, mas devido à poluição e vizinhança( uma banda chamada:Cordel do Fogo Encantado, que ensaiava todas as noites!!!) logo me mudei para San Martin, também em Recife.
Lá,aprendi a andar, a falar e a outras coisas mais... Eu me recordo bem do quintal da frente, porque quando eu voltava da escola(Três Marias) eu "mandava" meu avô brincar comigo de Sítio do Pica-pau Amarelo, eu era o Saci e ele a Cuca(kkkkkkk!!!). Também porque todas as festas de aniversário(com exceção do 1 ano, foi num salão de festas) foram feitas lá!Me recordo muito bem do quintal de trás, porque era onde minha vó(que morava com meu avô, comigo, meu pais e meu tio), ela criava galinhas e guinés lá. E todo fim de mês ela matava: "torava" o pescoço.
Uma coisa que eu nunca vou esquecer era quando minha vó, quando a água do café estava no fogo, me colocava no braço quando a água ficasse borbulhando para eu ver!!(kkk).
Com mais ou menos 6 ano me mudei para um condomínio em Olinda, Jardim Atântico. Lá eu aprendi a andar  de bicicleta sem rodinha. Eu me lembro que eu sempre ia comprar pão na padaria da rua!!! Nesta época eu fui para uma escola chamada Carpedien. Quando minha irmã nasceu, ficou impossível continuar morando ali, pois os vizinhos ficavam jogando bola de 1hora da madrugada!!!
Portanto, me mudei para uma apartamanto, era muito confortável, porém não tinha ninguém para brincar. Passei apenas 1 ano nela. Nesse "meio termo" eu mudei de escola, fui para o São Bento.
Passei mais ou menos um mês no apartamento da minha avó, pois na minha "nova casa" estavam fazendo reforma(transformando escola e casa). Estou nela até hoje!!
Um fato muito marcante foi quando eu passei na prova do Aplicação. Eu pensava no meio do ano:"Aff!! Se eu não passar sofri por nada!!! No entanto quando recebi a notícia... Inesplicáve!!!!
Esse ano foi demais:conheci amigos novos, professores maravilhosos(e horríveis também), entre outras coisas.......

Bom, essa é a minha vida!

Gabriel Magalhães Costa Coelho

Uma terra em que todos são iguais.

O livro "A terra dos meninos pelados" trata de uma triste vida do garoto Raimundo, que tinha o olho direito preto, o esquerdo azul e a cabeça pelada. Era diferente de todos os seus vizinhos. Esses, mangavam dele. O chamavam de pelado, que já se acostumou com tal apelido. Conversava sozinho e desenhava na calçada coisas maravilhosas do país de Tatipirun, onde não há cabelos e as pessoas tem um olho preto e outro azul.
Certo dia, ele começou a subir o morro, com os olhos fechados, apenas escutando o som das cigarras e os gritos dos meninos zombando dele. Nisso, ele foi parar numa terra estranha para qualquer pessoa normal. Menos pra ele. As pessoas tinham um olho preto, o outro azul e a cabeça pelada, eram igual a ele.
Nessa terra havia uma serra que se baixa, o rio que se fecha pra as pessoas passarem, árvores que oferecem frutos aos meninos, aranhas vermelhas que tecem túnicas bonitas. Nesse dia, ele percebeu que existe gente igual a ele, então resolveu voltar para casa e deixar os xingamentos de lado.
Eu gostei muito do livro, pois trata do preconceito. Eu achei bem interessante a parte que Raimundo chega no país Tatipirun e os meninos de lá que são iguais a ele, "mangaram" dele por causa de sua roupa. Que era uma roupa comum, não uma túnica de seda, de Tatipirun. Seus vizinhos mangavam dele porque ele era diferente. Achei interessante, porque mostra que os meninos do país, gostavam dele, do jeito que ele era. Recomendo.

Por: Taisi :3

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Uma tribo quase destruída!

   A história ''Apenas um curumim", de Werner Zotz, fala sobre uma tribo de índios e o impacto da chegada do caraíba(nome dado pelos índios aos portugueses). Esse impacto leva a uma série de mudanças, como na cultura e na religião, e muitos índios dessa tribo foram enganados e mortos. Sobraram apenas o velho pajé(Tãmai) e o pequeno índio(Jari).Como todas as histórias indígenas, traz uma mensagem muito importante, além de ser muito poética.
   O autor Werner Zotz integra os maiores nomes da literatura infanto-juvenil brasileira desde os anos 70.Seus livros já venderam mais de 1 milhão de exemplares.Em 1985, foi premiado com o Mirlos Blancos por Melhor Publicação Internacional, na Itália.
   Por um lado eu gostei do livro, por causa que ele nos deixa refletir sobre o assunto, porém pelo outro lado, a história é muito triste, principalmente no final quando o velho pajé morre no ubá(canoa), eu sei que isso é real, mas não gosto desse tipo de história. Também acho que as imagens deveriam ser mais nítidas, e a fala de Tãmai e de Jari não estavam bem expressados, você não sabe se é Jari que está falando ou se é Tãmai.

sábado, 19 de novembro de 2011

Infância: será que está igual?

Ana Rebeca, nasceu em 1976, e tem dois filhos: Letícia e Leonardo. Ela faz algumas comparaçoes em relação à infância dos seus filhos e à sua nessa entrevista. “Na minha época, éramos crianças bem mais crianças, ou seja, mais ingênuas, vivendo realmente o mundo de sonhos, pois não estávamos preocupados com moda,tendências grifes e estética. Tiínhamos mais liberdade de brincar na rua”,comentou ela.
Tudo mudou há algumas décadas, as professoras eram mais rígidas, não havia computadores para se divertir e nem redes sociais . Antes as crianças não se preucupavam muito com as responsabilidades e cobranças, que não eram muitas  comparando com a maioria das crianças de hoje. Algumas diversores também sumiram da infância de Rebeca como a maioria dos progamas infantis de antigamente e os brinquedos mais simples. Hoje, a entrevistada irá falar sobre a infância na época que ela era criança.
Confira abaixo essa entrevista:

     1.Como você se divertia na sua infância?
Eu morava numa casa, então brincava muito no quintal, subindo em àrvores, andava de bicicleta e brincava de esconde-esconde com meus irmãos. Eu também adorava brincar na rua de barra-bandeira, queimado e pula-corda.
2.Que tipo de progama você gostava de assistir na televisão quando você era criança?
Eu assistia balão mágico, sítio de pica-pau amarelo e  o Xou da Xuxa.
3.O que você acha de ser criança?
É a melhor fase da vida de um ser humano, pois não há  grandes  responsabilidades e a imaginação e os sonhos não tem limites.
4.Comparando a sua infância com a dos seus filhos, quais são as principais diferenças?
Na minha época, éramos crianças bem mais crianças, ou seja, mais ingênuas, vivendo realmente o mundo de sonhos, pois não estavamos preucupados com moda, tendências,grifes e estética. Tínhamos mais liberdade de brincar na rua.Hoje,infelizmente com o mundo mais violento, meus filhos vivem em condomínio fechado com câmeras, seguranca  e  com uma cobrança de responsabilidades bem maior (inglês, esportes, tarefas escolares maiores e mais complexas). Além do que essa geração usa bastante a tecnologia em  suas diversões.
5.Como foi sua época escolar? Algum professor ou professora marcou a sua infância?
Entrei na escola com 4 anos de idade e as professoras tinham uma metodologia muito rígida, com gritos, repreensões e castigos. Não sabíamos o porquê das coisas, apenas decoravamos tudo o que era  ensinado.
Tive nessa época ,duas professoras em especial que marcaram a minha vida escolar. A primeira foi Lourdes, na quarta série. Sua rigidez me impressionava, pois havia um  ritual de cantar todos os hinos, músicas escolares e rezar como fosse um robô, bem parados, só podia articular a boca. E em sala de aula ,tinha uma metodologia de aterrorizar os alunos com seus ditados surpresa e a tabuada tinha que ser dita rápida e precisamente . Já a outra  professora que me recordo  é o oposto da primeira ,ela se clamava  Betânia, , era muito meiga, gostava de fazer elogios e sempre dizia que eramos capaz de fazer tudo,bastava acreditar .Também  dava muito ênfase aos princípios éticos nas nossas condutas..
6.“A criança é o ser humano na fase da infância, com menos responsabilidades e seriedade. E , na opinião da maioria, a melhor fase da vida, com liberdade e com grandes sonhos.” Você concorda com esse verbete de criança?
Sim, porque todas as minhas respostas foram baseados nesse principio. Independentemente da época, a criança é um ser ingenuo, cheio de sonhos e  grandes perspectivas de futuro melhor .



Entrevistado por: Letícia Portela Chiu

" Fui uma maloqueira! "

        A entrevista envolve informações recolhidas de Ana Virgínia, mãe de três filhas, empresária e formada em letras.
        Confira abaixo a entrevista sobre a infância de Ana:

Amanda: O que você acha desta definição para criança:  "humano classificado pela idade, na maioria dos casos brincalhões. Não se importam com a responsabilidade e vivem no mundo da fantasia."

Virgínia: Concordo em parte, creio que a criança possa ser responsável e apenas não tem noção do mundo.

Amanda: Como a senhora classificaria sua infância?

Virgínia: Uma infância maravilhosa, brincava muito, andava de bicicleta, tomava banho de chuva e descia ladeira abaixo. Fui uma verdadeira maloqueira!

Amanda: Você acha que atualmente as crianças podem ter a mesma liberdade como nos seus tempos?

Virgínia: Não. Devido à segurança, atualmente as crianças moram em apartamentos e são privadas de muitas brincadeiras.

Amanda: O que você acha da tecnologia na vida das crianças?

Virgínia: Por um lado facilita no convívio escolar, mas ocupa o espaço de muitas outras atividades.

Amanda: A alimentação infantil é fundamental. Você considera a alimentação atual comparada aos seus tempos melhor ou pior?

Virgínia: Muito pior! existiam lanches naturais, hoje em dia tudo é industrializado, isso prejudica muito.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Querido diário,
No dia 19 de outubro de 2011 aconteceu, no Colégio de Aplicação, a feira de ciências do Cap(Meu colégio). Taísi e eu falamos sobre agrotóxicos.A feira foi bem legal, porque tinha muitas pessoas e elas pareciam bem interessadas nos temas apresentados pelos grupos,achei legal também ver estudantes de outras escolas na nossa feira de ciências.
Só fiquei um pouco triste porque eu queria visitar outros estandes, mas infelizmente não deu tempo, porque toda vez que eu tentava olhar um trabalho da feira, uma pessoa chegava para ouvir a explicação sobre o meu trabalho.Mas foi bom trabalhar com a minha amiga Taísi, acho que a gente forma uma dupla bem legal.
Falei que o agrotóxico faz mal a fauna e a flora, que pode ser arrastado por chuvas e levado até rios e pode matar peixes, interferido assim na cadeia alimentar e prejudicando a fauna.Os agrotóxicos prejudicam a fauna quando são postos no solo. Falei quais são os 10 alimentos que possuem mais agrotóxicos, a definição, os tipos de agrotóxicos e que o Brasil bateu o recorde de mais utilização de agrotóxicos.
Confesso que fiquei um pouco nervosa quando os avaliadores apareceram para ouvir o nosso trabalho, principalmente porque eu não os conhecia.Gostei muito mesmo de ter participado da feira de ciências do meu colégio. Acho que todos gostaram também.Boa noite.

UMA PARTIDA EMOCIONANTE...

Querida Camila,estou com muita saudade, faz muito tempo que não nos vemos, nem nos falamos não é?E por isso é com muito carinho e prazer que escrevo-lhe esta carta para relatar uma partida de futsal dos jogos internos do meu atual colégio, se você não sabe, Colégio de Aplicação.Foi uma excelente partida entre o 6º ano B e o 7º ano A.
O primeiro tempo começou tranquilo, até que o primeiro gol do 7º A aconteceu, porque a partir daí o 6º B começou a se esforçar para poder empatar, virar e ganhar do 7°A. A posse de bola foi muito disputada, só que o 7º A ainda no meio do 1º tempo,fez o segundo gol e, mesmo em desvantagem no placar ,o 6°B teve que reagir cada vez mais e até que finalmente conseguiu fazer um belo gol.Depois de mais um pouco de disputa pela posse de bola acaba o primeiro tempo. PLACAR: 2X1 para o 7ºA.
Quando o segundo tempo começou, foi bem legal ver como o 7º A conseguiu uma incrível capacidade de posse de bola, além de se defender muito bem. Realmente era o dia do 7º A,porque os atacantes fizeram mais dois gols e a defesa não deixava passar nada. O 6º B até que tentou, mas não conseguiu se recuperar, pois o 7ºA tinha experiência por ter participado dos jogos internos do ano anterior. Então o jogo terminou assim: 4X1 para o 7ºA.
Por fim, esse jogo foi um espetáculo a parte por isso gostaria de compatilhar esse momento com você.Espero que tenha gostado.
Beijos e abraços!

Bia.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Infância de Adriana

          Maria Adriana Farias, nascida no ano de 1973, no interior de Palmares (PE). É uma mulher que pensa coisas boas para as crianças, que gosta de protegê-las, e que é muito simpática quando se trata de responder as perguntas.
          A entrevista foi baseada no tema de Infância proposto pela estagiária de português do CAp/UFPE.
Confira abaixo a entrevista:


Marco: Como foi sua infância?
Adriana: Minha infância foi normal, porém com uma diferença que eu acho importante: eu ajudava minha mãe nas atividades domésticas!

Marco: O que você acha que é a essência de ser criança?
Adriana: Eu acho que a essência é a sinceridade e a inocência, o que acho que toda criança tem, né?!?!


Marco: Há algum brinquedo ou brincadeiras que você tenha boas ou más lembranças?
Adriana: Com certeza muitas boas lembranças nas brincadeiras, escolhi algumas: pula-corda, roubar a bandeira e pega-soltou. Acho que as más recordações ficam com os brinquedos, pois nunca gostei muito deles.


Marco: Você acha que as crianças de hoje em dia gostariam de brincar com essas brincadeiras?
Adriana: Não, porque as crianças de hoje em dia preferem mais os brinquedos eletrônicos.


Marco: Qual você acha que é a maior diferença entre as crianças de atualmente entre as crianças de atualmente com as de antigamente?
Adriana: Na minha época as crianças podiam ficar nas ruas, que era um lugar seguro. Mas, hoje em dia, por causa da violência, eu e a maioria dos pais não deixamos nossos filhos saírem na rua.


Marco: Você acha que a infância das crianças está sendo perdida por causa disso?
Adriana: Muito... porque elas começam a ficar sedentárias e trocar e trocar a rua por videogames, computador e televisão.

Marco: O que você acha do conceito de criança: "Ser na fase da infância, que tem maior capacidade de sonhar e de aceitar novas ideias propostas pelo mundo" ?
Adriana: Muito bom.(risos)E é bom saber que você e alguma crianças, por menor que seja o número, pensam coisa tão bonita, para o conceito de criança.

Querido Diário,

bom, vou falar aqui um pouco sobre a Feira de Ciências.
Tá, eu escrevi outro texto, mas tava errado, pois tinha que escrever como um diário.


A minha feira de ciências foi muito boa.
Bom, eu e Bia, fizemos o trabalho sobre agrotóxicos. Falamos sobre os males dele e pá. Enfim, vou resumir aqui.

Os agrotóxicos são produtos químicos usados na lavoura, pecuária e até nos ambientes domésticos. Temos vários tipos de agrotóxicos, os usados para matar insetos, pesticidas, ácaros e etc.
O agrotóxico, em parte, é maléfico. Porque ele faz mal a saúde, causando doenças, como o câncer. Mas, ele também pode ser benéfico, porque ele ajuda no trabalho do agricultor.
Para evitar o uso dos agrotóxicos, vamos comer alimentos orgânicos.



Foi bom escrever aqui diário. Beijos,
Taisi.

Feira de Ciências

Ta, aqui estou eu mais uma vez, pra postar um pouco sobre a Feira de Ciências.
Bom, eu e Bia, fizemos o trabalho sobre agrotóxicos. Falamos sobre os males dele e pá. Enfim, vou resumir aqui.

Os agrotóxicos são produtos químicos usados na lavoura, pecuária e até nos ambientes domésticos. Temos vários tipos de agrotóxicos, os usados para matar insetos, pesticidas, ácaros e etc.
O agrotóxico, em parte, é maléfico. Porque ele faz mal a saúde, causando doenças, como o câncer. Mas, ele também pode ser benéfico, porque ele ajuda no trabalho do agricultor.
Para evitar o uso dos agrotóxicos, vamos comer alimentos orgânicos.


Taisi esteve aqui.

domingo, 13 de novembro de 2011

Voltando ao Passado

Revivendo momentos inesquecíveis de uma infância

Gequilane, uma mulher bem sucedida de 36 anos, mãe de duas filhas, uma de 15 anos e outra de 11 anos; sempre foi uma mulher batalhadora e seu objetivo principal em sua vida dar um futuro melhor para suas filhas.Fizemos uma entrevista com Gequilane com o objetivo de saber o que ela acha da infância de sua época para a de hoje.Segue abaixo a entrevista.

Thaynara – Para você o que é ser criança?

Gequilane – Ser criança é ter alegria, espontaneidade, ser meiga(o) e ser responsável sem perder sua ingenuidade.

Thaynara – O que você acha do conceito “Criança – Tudo que se pode imaginar”

Gequilane – Eu concordo com o conceito, pois a imaginação da criança é muito fértil e será nosso futuro.

Thaynara – Qual a travessura que mais marcou sua infância?

Gequilane – Foi quando eu fui brincar de pular corda, mesmo sem minha mãe saber(risos), e enquanto eu pulava,cai na caçimba e quebrei o braço.

Thaynara – Conte um pouco de sua infância.

Gequilane – Bem… eu nasci da Paraíba. Logo após (de nascer) eu ,minha mãe com o meu pai, fomos para Recife. Eu fui uma criança muito traquina,agitada;mas eu perdi os meus pais com doze anos e me tornei mais responsável;mas isso é bom,pois amadureci muito rápido.

Thaynara – Na sua infância como você era na escola?

Gequilane – Eu adorava brincar. Mas nunca tirei nota baixa.

Thaynara – O que você acha que mudou da época de hoje para a que você era criança?

Gequilane – A violência. Hoje em dia não temos a mesma liberdade de tínhamos antes e hoje elas [as crianças] trocam o pião por um vídeo game, um pega-pega pela internet.

Thaynara Lessa

6° “A”

sábado, 12 de novembro de 2011

Gente, a Geninha é uma gênia!

Bom, Geninha estava dando uma palestra lá na sala de artes. Quem viu, riu bastante...
Quando eu entrei na sala de artes, ela estava encenando, e eu fiquei assustada, tudo o que eu pensei foi: "Meu Deus, essa mulher é uma doida, só pode ser"    kkk. Mas quando eu soube que ela estava só encenando, fiqui admirada e pensei : " Ela é mais que uma ótima atriz". Ah, ela fez "A Favorita" e "Da Cor do Pecado" .  Vejam uma cena dela em "A Favorita" : http://www.youtube.com/watch?v=2QI-RfKRtpI
Olha, para quem não viu, espero que tenha outra oportunidade. Pra quem viu a palestra: lembrei agora de : " A marmita fez um sucesso..." kkkkkkk, ela é demais!!! 
Também não posso deixar de lembrar da nossa apresentação, não é, meninas? Tocamos "Pelados em Santos" na flauta e  fizemos uma ótima apresentação (nem sou convencida,kk)! Para quem não viu, o próximo ano tem mais. Não sei se será apresentação com flauta, mas não deixaremos de apresentar alguma coisa. Foi tudo ótimo ( com exceção de eu ter perdido a minha máquina fotográfica ...  )

Bjos,
Jéssica.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

"Entrentien avec le professeur de français"

A entrevista foi feita com intenção de conhecer um pouco da infância de Marlon Freire de Melo, professor de francês do 6º A, 7ºA, 8º A, 1º A e B e 3ºA do CAP. Ele nasceu em 1964 na cidade do Recife(PE)

1)  Gabriel- Que profissão você queria seguir quando criança?

     Marlon-Já pensei em ser "médico-veterinário", mas depois eu percebi que a minha função era ser professor.

2)  Gabriel-Você já sofreu algum tipo de preconceito?

      Marlon- Não, até já morei fora do país, mas nunca sofri disso.

3)   Gabriel-Qual era a sua brincadeira favorita?

       Marlon-UM! Essa é difícil,mas deixa eu pensar... Ah! Já sei: queimado.


4)   Gabriel-Com quem você brincava?

       Marlon-Com meus irmãos e com meus amigos.


5)   Gabriel-Você sempre teve a presença dos pais?

       Marlon-Muito, sempre foram presentes. Meu pai mesmo, toda a semana ia ao parque e a praia com a gente.

6)Gabriel-O que você acha do meu conceito de criança: "Ser pequeno, que não quer mais nada a não ser diversão!"

Marlon-Acho horrível, e vou dar NA para você!!!(risos)Estou brincando! Adorei, expressa muito bem o que é ser criança.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Fernando Dias: “Ser criança é poder sonhar sem as amarras do tempo”

O entrevistado Fernando Dias comenta sobre a sua infância.

Hoje em dia é comum ver crianças navegando na internet, assistindo televisão ou jogando vídeo game. Mas há algum tempo atrás as crianças se divertiam de um modo bastante diferente. “Adorava jogar futebol, bolinha de gude e empinar papagaio”, comenta o engenheiro de 47 anos, Fernando Dias.

Entrevistado por Milena Dias, Fernando comenta sobre sua infância e como esta era diferente em relação a infância das crianças atualmente, além de falar sobre o significado da palavra criança.

Confira abaixo a entrevista com Fernando Dias:

Milena Dias: Como foi sua infância?

Fernando Dias: Na minha infância eu brincava e estudava bastante. Adorava jogar futebol, bolinha de gude e empinar papagaio.

Milena Dias: Onde você estudava?

Fernando Dias: Estudava no Instituto Pedro Augusto, um colégio muito antigo, que nem existe mais.

Milena Dias: Para você, a sua infância foi diferente em relação a infância das crianças de hoje?

Fernando Dias: Muito. No meu tempo as pessoas brincavam na rua, não tinham medo da violência e não existia computador.

Milena Dias: O que você tem a comentar sobre a frase “ser criança é ser feliz” ?

Fernando Dias: Nem sempre é verdade. Às vezes as crianças são menos felizes que os adultos.

Milena Dias: Para você, qual o significado da palavra criança?

Fernando Dias: Ser criança é poder sonhar sem as amarras do tempo.