domingo, 11 de dezembro de 2011

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
CENTRO DE EDUCAÇÃO
COLÉGIO DE APLICAÇÃO










Matheus Magno Rigaard Agostinho







SER IGUAL AOS OUTROS?
PREFIRO SER EU MESMO!
















RECIFE
12/2011

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
CENTRO DE EDUCAÇÃO
COLÉGIO DE APLICAÇÃO








Matheus Magno Rigaard Agostinho






SER IGUAL AOS OUTROS?
PREFIRO SER EU MESMO!



Atividade apresentada como exigência parcial da II unidade para aprendizagem na disciplina de Língua Portuguesa do 6º ano “A” do Ensino Fundamental II.




ORIENTADOR: PROF.º EDIGILSON FERREIRA DE ALBUQUERQUE






RECIFE
12/2011

 

FICHA TÉCNICA

Título Original: A Terra dos Meninos Pelados

Gênero: Infanto-juvenil

País de Origem: Brasil

Páginas: 79

Ano Lançamento: 1939

Autor: Graciliano Ramos


SINOPSE

A Terra dos Meninos Pelados conta a história de um menino chamado Raimundo que tinha um olho preto e outro azul e era careca por esse motivo todos os meninos não falavam com ele, por isso Raimundo começou a imaginar um mundo onde todos eram carecas e tinham um olho preto e outro azul.


AUTOR

Graciliano Ramos viveu os primeiros anos em diversas cidades do Nordeste brasileiro. Terminando o segundo grau em Maceió, seguiu para o Rio de Janeiro, onde passou um tempo trabalhando como jornalista. Voltou para o Nordeste em setembro de 1915, fixando-se junto ao pai, que era comerciante em Palmeira dos Índios, Alagoas. Neste mesmo ano casou-se com Maria Augusta de Barros, que morreu em 1920, deixando-lhe quatro filhos.
Foi eleito prefeito de Palmeira dos Índios em 1927, tomando posse no ano seguinte. Ficou no cargo por dois anos, renunciando a 10 de abril de 1930 e em 1939 publicou A Terra dos Meninos Pelados.


OUTRAS OBRAS

·                    Caetés (1933) (ganhador do prêmio Brasil de literatura);
·                    Vidas Secas (1938);
·                    A Terra dos Meninos Pelados (1939);
·                    Histórias de Alexandre (1944);
·                    Infância (1945);
·                    Histórias Incompletas (1946);
·                    Memórias do Cárcere, póstuma (1953);
·                    Alexandre e Outros Heróis, póstuma (1962);
·                    O Estribo de Prata, póstuma (1984);

Ser igual aos outros?
Prefiro ser eu mesmo!

A história inicia quando Raimundo incomodado com alguns garotos, sai do local que estava e volta pra casa, Raimundo ao entrar em casa e atravessar o morro do seu quintal, começou a ver coisas diferentes, coisas que ele nunca viu, porém, imaginou quando estava sozinho. Morros ficando planos para ajudá-lo a passar até que percebe que está em Tatipirum o mundo que ele tanto imaginava.
Logo de cara ele encontra um carro que em vez de atropelá-lo o pulou e ainda disse que as coisas em Tatipirum são gentis e gostam de ajudar os outros, no caminho ainda encontrou uma laranjeira que com muita educação ofereceu-lhe uma laranja.
Ao andar um pouco um pouco mais ele viu os meninos pelados todos carecas e com um olho preto e outro azul, Raimundo meio encabulado não quis falar com os garotos, porém um deles o chamou para conversar, começaram a falar sobre Caralâmpia uma menina pelada que virou princesa por ter jeito de princesa, nessa conversa começaram a brincar com Raimundo por não conhecer a princesa ele ficou chateado, mas depois fizeram as pazes com o grupo que resolve procurar Caralâmpia.
Após algum tempo a princesa é encontrada e um novo objetivo é firmado, levar Raimundo de volta para casa, depois de algumas aventuras ele volta para casa levando consigo varias lembranças felizes.
O livro tem uma história que evidentemente não se desgasta por tratar da descriminação, que infelizmente, não some do cotidiano.
Ponto forte da narrativa talvez seja o seu próprio ponto fraco, pois o texto se dispõe de um enredo tão simples que em determinados momentos fica difícil entender alguns trechos, mas nada que atrapalhe a leitura suave que se desenrola sem muitas surpresas ao decorrer da história.
A Terra Dos Meninos Pelados é um bom livro sem muitas surpresas e tudo mais, porém dentro de si ele carrega uma das mensagens mas escutadas atualmente: a tolerância e o respeito, tudo isso sem usar de receitas clichês, como a do garoto que sofre com os meninos da rua e por isso faz um plano mirabolante pra se vingar, a abordagem é bem mais suave e com muito mais resultados.
Esta não é uma obra a ser apenas lida, é uma obra a ser lida e refletida pois todos dizem que não possuem preconceitos, porém nunca antes de dizer isso procuram fazer uma retrospectiva e quando digo isto não me refiro só aos outros, me refiro a mim a você leitor e toda e qualquer pessoa.

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